iFood não tem vínculo com entregadores, decide Justiça

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O Ministério Público do Trabalho pedia a contratação dos entregadores em regime CLT e indenização de R$ 24,5 milhões

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A juíza está de parabéns, qualquer decisão no sentido contrário elevaria ainda mais o número de desempregados.

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Essa insistência de que tudo tem que ser CLT é tão chato… “garantia isso, garantia aquilo…”

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Burocratas e seu mundo cor de rosa, acham que podem resolver tudo na canetada. Qualquer um que fizer uma conta de padaria vai chegar a conclusão que é totalmente inviável essas empresas de app como Uber, ifood, rappi arcarem com centenas de milhares de encargos trabalhistas.
É ideal?! Não. Mas é a única alternativa para essas pessoas que não são absorvidas no mercado de trabalho formal, inviabilizar esse único meio de trabalho só agravaria a situação.

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Lembrando que é uma decisão do TRT-SP de primeiro grau. Ela pode ser reformada em tribunais superiores e outros TRT’s podem ter um entendimento diferente.

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Decisão acertadíssima da juíza, espero que as instâncias superiores tenham o mesmo entendimento e que os procuradores do MPT arrumem o que fazer e deixem de encrencar com os serviços de entrega.

É inviável pq esses serviços lucram justamente na precarização do trabalho das pessoas.

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Vc tem duas escolhas: isso ou não trabalhar em nada.

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Esse é um argumento? É uma resposta que embasa todo tipo de abuso.

Considero esses serviços importantes, mas acredito que a legislação atual e os direitos(ou ausência deles) não estão adequados pra um funcionamento digno para quem precise trabalhar com essas funções.

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Não é mais fácil deixar que as próprias pessoas escolham se querem se sujeitar a isso ou não? Um pouco de liberdade não mata ninguém.

Cada um é que sabe onde dói o seu calo. O importante é ter opções, é ter trabalho.

De fato é inviável… Conhece alguma empresa que teria condições de arcar com encargos trabalhistas de 4 milhões de pessoas? Nem mesmo o Wallmart da vida. Dirá esses unicórnios que só acumulam prejuízos bilionários trimestre após trimestre, e só se mantém de pé pois os investidores queimam dinheiro nelas acreditando que um dia isso dará lucro.

Por que as pessoas gostam de querer fazer os outros perderem o emprego? Sério… antes foi a mesma coisa o Uber…

Cara eu tenho um restaurante e trabalho com todos os apps disponíveis na região. E conversando com os entregadores dá para ver que eles são gratos pelos apps.

Por exemplo: Um fixo do iFood consegue tirar em média R$ 2.500,00 por mês líquido.

Ele fala comigo que sabe que se trabalhasse fixo numa empresa iria ganhar o salário mínimo e prefere muito mais trabalhar ganhando mais que o dobro, mesmo trabalhando todo dia, pois ele escolhe como e quando vai trabalhar.

Enfim, vejo muita gente lutando pelo direito dessas pessoas, mas ninguém parando para escutar o que eles realmente pensam.

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praticamente uma Garota de Programa que escolhe os dias que quer trabalhar

Eita, então nenhuma multinacional no Brasil consegue lucrar por causa dos encargos trabalhistas? Como que funcionam aqui?

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Em cidades pequenas como Rio Branco pode ser que funcione. Pelo que sei, em cidades grandes a coisa não é boa como essa média que você falou.

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Você me entendeu, não se faça de sonso, eu estou dizendo que essas três empresas de apps com modelo de negócio único que geram bilhões em prejuízos jamais poderiam nem no seu sonho estatista bancar encargos trabalhistas de mais 4 milhões de pessoas só no brasil que trabalham com seus apps.
Para uma multinacional pagar os encargos ela necessita do que mesmo? Haaa Sim, lucro!

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Mas pessoas sem vínculo empregatício com nenhuma empresa já são desempregados…

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O problema é que se eles se acidentaram em trabalho, a empresa não vai ter que bancar tratamento médico… Se ele se invalidar neste acidente, a empresa não vai bancar a aposentadoria. Tudo isso será bancado pelo Estado. Logo, nada mais justo do que o Estado regulamentar o funcionamento disso. Exceto se os trabalhadores em questão estiverem dispostos a abrir mão do SUS e INSS em troca de ganhar mais de uma empresa que não gera nenhum encargo para o estado, coisa que convenhamos seria impossível. Ou seja, estamos falando de trabalhadores e empresas que estão lesando o Estado em favor de lucro próprio, e quando estas pessoas precisam do Estado aí quem paga são as empresas e trabalhadores que recolhem encargos. Sinceramente eu não tenho uma opinião formada sobre isso, mas acho importante entender que um pensamento simplista não explica, tampouco resolve, uma situação complicada!

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