Qual seu relacionamento com fitas cassete, CDs ou discos de vinil?

Soubemos da notícia da morte de Lou Ottens, o criador da fita cassete. Com isso, fica a reflexão acerca dessa e outras tecnologias de tempos passados.

Você ainda usa algum tipo de mídia física? Eu lembro de usar fita cassete quando criança, para gravar as músicas das estações de rádio (era tão fácil!). Ainda coleciono CDs físicos dos álbuns que gosto e encontro aqui no Brasil.

Também comecei a ouvir vinis — outra coisa que tinha em casa, mas nenhum entendimento do objeto na época. Parte disso tem influência da @melissa, a outra parte era minha vontade de ter as capas de álbuns quase como quadros.

Não quero entrar no mérito sobre qualidade, se digital é ou não melhor, mas saber se essas mídias ainda estão presentes por aí. Eu me ligo afetivamente com vinis e CDs, uma conexão inexistente com Spotify ou YouTube. A música é a mesma, mas o “ritual” acaba sendo diferente.

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Usei muito K7 pra gravar música de rádio e copiar disco de outra pessoa.
Vinil eu tinha alguns, mas na adolescência o CD tomou o lugar, o q aparentemente seria uma evolução e hoje vemos que foi um erro, pois muita gente está cheia de vinis velhos, mas inteiros e muitos CDs descascados.
Eu não sou audiófilo, então não tenho saudosismo dessas coisas, nem ouvido pra avaliar a qualidade do som.
Há uns 3 anos eu me desfiz de uns 1000 vinis, de coisas q vinham desde os tempos dos meus pais. Vendi alguns, dei outros e fui me livrando, pois não tinha espaço pra isso em casa.
Acho mais prático abrir um Deezer ou Spotify e ouvir o q quero. É muito raro não ter alguma coisa no acervo.
Concordo com a afetividade de pegar o CD ou vinil, ter a capa, a contra-capa (isso acontece com livros x kindle). Mas eu tô em uma de seguir em frente e não me apegar mais com essas coisas…

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Há ocasiões — especialmente no expediente do trabalho — que tem que ser o Spotify mesmo, pela agilidade e controle da reprodução. Mas, no meu tempo livre, por exemplo, vou preferir tirar o disco da capa, colocar no tocador e deixar a agulha percorrer o vinil. Vai depender mesmo do momento. Contudo, acho gostoso ter essas possibilidades, ainda hoje.

Concordo plenamente.
Meu caso foi bem específico - perdi meus pais e me vi com uma casa cheia de coisas deles e minhas, da infância e adolescência.
Não tinha como trazer tudo para a minha própria casa.
Fui dando um monte de objetos (vinis inclusive) para primos, tios, amigos.
Fiquei com pouca coisa. Como não tenho aparelho pra ler vinil e não quero gastar com isso, me desfiz de tudo. Na verdade, nem CD eu ouço mais. O CD player está encostado.
Me lembrei dos VHS também, muitos filmes (boxes inteiros) comprados, além de coisas gravadas da TV a cabo (tempo q não volta mais). Foi tudo pra descarte, venda ou doação.

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Nem sempre a música é a mesma…

Infelizmente, ainda há álbuns ou artistas fora do Spotify, acredite. Tudo que é mais alternativo ou BEM ALTERNATIVO demora para chegar. Por questões de contrato, pode ser que nem chegue.

Comprei alguns vinis assim, porque não tinha no Spotify, papo de um ano depois apareceram alguns, mas ainda não todos. É o caso do álbum Refestança, do Gilberto Gil com Rita Lee e Tutti Frutti.

Então, como eu gosto de “música antiga”, eu coleciono em formato de vinil também por esse motivo. Mas, além disso, eu curto o fato de pegar o álbum, ouvir o álbum por completo, com atenção, ver a capa, ver as fotos, as letras das músicas, é tanta informação que se perde no ar…

Streaming é ótimo, para ouvir no ônibus. Em casa, quem reina é a vitrola com discos novos e antigos.

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Formato digital pra quase tudo. Música e filme só streaming. Jogo de videogame tanto faz, compro onde tiver mais barato, alguns títulos faço questão da mídia física, mas é raro.

Única coisa analógica que uso e coleciono é jogo de tabuleiro. Com a pandemia até tenho jogado jogos de tabuleiro digital, mas é muuuito ruim, doido pra voltar a botar jogos na mesa com uma turma. Nada melhor do que manipular os componentes com a mão.

Por isto entendo quem curte vinil/fita, é outra vibe. O formato digital é mais prático (e barato), mas não substitui aquela experiência gostosa de consumir um conteúdo que tá nas mãos.

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Ultimamente não tenho mais nada físico. Eu já tive vários CDs na época de adolescente (quase todos piratas), mas como praticamente todos estavam com problema eu acabei jogando fora.
A única fita que tive foi uma dos Mamonas Assassinas, não sei o que aconteceu com ela e também não teria onde reproduzi-la hoje em dia, pois o meu único toca-fitas quebrou faz tempo.
Hoje em dia pra mim é só digital, nada físico.

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Com vinil só tive contato quando era muito pequeno, não lembro como era. Fita cassete também já faz tempo que não ouço. CDs eu tenho, mas não uso, até porque não tenho sistema de som, só fones e interface de áudio o que me faz ficar só no Spotify e Youtube por praticidade. Gostaria de me aventurar mais no vinil, acho legal as bandas que ainda lançam.

Pra jogos digitais, nunca tive console, então pra mim só digital mesmo (Steam, Epic,…). A exceção fica com os jogos de tabuleiro, já tenho alguns e quero aumentar a coleção quando (e se) o dólar recuar.

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Meu relacionamento com:

• Fita cassete: nenhum desde os anos 90;
• CD: o último foi em 2014/5;
• Disco de Vinil: tenho aqui em casa, mas não achei uma vitrola que não destrua eles.

Você quer dizer uma vitrola que não custe 2 rins e 20% do fígado. Graças ao aquecimento do mercado de vinil, achar algo minimamente decente (mesmo usado) tá fora de cogitação. Gente pedindo R$ 5.000 em equipamento da década de 80 é pra rir de nervoso. Mercado de novos então, o que presta é em dólar e é ainda mais caro.

Sobre o assunto em si: particularmente aqui só digital mesmo. Tinha/tive uma coleção grande de K7s gravados com coletâneas daqui e dali de alguns cds que eu alugava. Daí mudei de cidade e acabei por deixá-los pra trás. Nesse meio tempo alguns CDs, coleção cresceu bastante, por fim tive que desfazer de tudo porque passei um perrengue financeiro sério e ou era vender tudo no sebo ou passar fome (literalmente).

E não me vejo voltando pra mídia física. Não tenho esse saudosismo de fazer da audição de um vinil uma terapia, por exemplo. Eu gosto mesmo é de consumir a música ao vivo, estar no meio do povo batendo cabeça e trocando energia boa. Só que, claro, com esses tempos, isso está totalmente fora de cogitação.

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Adolescência à parte, eu acabei me enchendo de shows, onde vc ou paga(va) muito caro pra ficar perto do palco ou camarote, ou mal enxerga(va) o cantor ou banda. Mas na juventude encara-se qualquer coisa pela diversão.

O q eu gostava muito de fazer antes da pandemia era ir a shows de orquestra sinfônica e outros artistas selecionados no Auditório Ibirapuera, ou no Teatro Municipal.
Poder ouvir um grupo de instrumentistas com uma acústica legal, faz toda a diferença.
Sabe-se lá qd vou poder fazer isso de novo.

Eu sou do tempo do VHS verde do Rei Leão, mas a última vez que comprei uma mídia física foi o DVD do Simpsons - O filme lá por volta de 2010 e que nem tenho mais.

Desde então todo o entretenimento que consumo fica só no digital mesmo. Porém tenho aqui alguns PCs antigo que uso os CD/DVD para instalação do Windows XP e seus programas.

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Tenho algumas mídias velhas, até um MD. Meu único vinil é um Who’s Next. Não sou apegado a esses formatos e nem a streaming, meu negócio é o MP3. Eu ouço músicas por álbuns e acho muito mais prático simplesmente baixar um álbum inteiro.

Antigamente eu usava fita para ouvir música, agora só lembro qual a relação entre bic e fita K7… hahaha
Agora, CD eu tinha muitos. Tanto de música quanto de dados… agora nem tantos. (Imagina gravar um disco “imensamente grande” que não cabe um misero GB… pois é, essa é minha época)

Quanto a vinil… só meu pai mesmo. E ele ficava doido quando eu fazia aquilo de freesbie. ( <10 anos de idade.)

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Eu coleciono CDs. A magia ter o trabalho físico do artista que eu gosto ainda me motiva a comprá-los. Pena que está tudo tão caro.

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Eu tenho pouquíssimos CDs, de quando tentei começar um hobby de colecionar CDs de artistas que gosto, mas o preço inviabilizou na época. Atualmente nem tenho um dispositivo que reproduza CD.

Sobre vinil, só tive contato quando pequeno na casa do meu avô ouvindo um vinil de histórias, lado A com Os Quarenta Ladrões e lado B com Lago dos Cisne. Porém queria ouvir os álbuns Biophilia e Vulnicura, ambos da Björk, em vinil, só pela experiência mesmo.

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Nunca tive contato com vinil, mas tive um pouco com CDs e até q bastante com VHS q usava pra gravar filmes na tv.

Sinceramente não sinto saudades nenhuma do VHS e de todos os problemas q ele acarretava. Com o CD sou indiferente, não tenho nostalgia por ele mas tbm não tenho nada contra, apenas não consumo mais.

Mas ainda tenho certo apego à mídias físicas e prefiro comprar assim sempre q é algo q eu gosto e não quero depender de streaming e se for pagar pra ter filmes, q seja fisicamente, como é o caso de LOTR, SW e V&F.

Jogos compro aonde estiver mais barato, mas em caso de séries, como God Of War e Assassins Creed dou preferência para a mídia física pelo fator coleção.

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Infância cheia de Vinil, K7 e CDs. Hoje em dia apenas digital.

Mas, a$$im que po$$ível, pretendo montar um belo sistema de áudio e começar uma coleção de Vinil. Quero dar essa experiência pra minha filha.

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Embora nasci no final dos anos 90, peguei um pouco do vinil na infância, e o ritual torna outra a experiência, ainda tenho com muito prazer guardado a experiência de colocar para tocar o “Brothers In Arms” do Dire Straits. CD o que mais lembro foi quando meu pai comprou “Da Lama ao Caos” de Chico Science e Nação Zumbi, esse álbum é fantástico. Com CD não tenho muitas experiências memoráveis, também por ser pequeno o gosto musical é basicamente o que os pais escutam.

Quando passei a explorar por mim mesmo o mundo da música, pirataria já era algo bem comum, então iniciei a exploração baixando músicas. Chegou o Spotify e estou no streaming por causa do baixo custo e facilidade.

Embora tento fazer isso em alguns momentos com streaming, quero no futuro ter uma coleção de vinil por causa da experiência que é parar, escolher um disco e colocar pra tocar, além de que há discos muito bonitos e um encarte com alguns extras. Outro motivo de comprar mídia física é dar maior apoio aos artistas, já que streaming paga muito mal. (Embora isso possa ser feito com compras digitais também)

Meu primeiro vinil

Esse é meu único vinil, junto com ele tenho a versão em K7 desse e do primeiro álbum da banda. Nome da banda é Alvvays, escutem!

Esse é outro motivo de querer montar uma coleção, tem um DJ chamado Millos Kaiser que vai atrás de várias pérolas que não há em nenhum serviço de streaming.

Descobri ele nesse canal, que é um meio de achar várias outras músicas que estão escondidas por o mundo a fora.

Meu relacionamento com estas tecnologias:
K7: Não devo ter ouvido música em uma faz + 15 anos, mas deve ter varias perdido na casa dos meus pais. Me lembro de quando criança brinca de gravar minha própria voz nelas.
CD: Tenho guardado comigo somente duas mídias físicas, um CD autografado com dedicatória a mim e o outro e na verdade um DVD, do game Diablo 3 que minha mulher me deu de presente no lançamento.
Vinil: Não tenho nenhum disco aqui em casa, mas deve ter alguns perdidos na casa dos meus pais, e esse sim é algo que gostaria de voltar a usar. Quando criança, tinha uma vitrola ABC Canarinho, até o começo dos anos 2000 (imagem do modelo abaixo). Não sei que fim deu, mas hoje percebo a relíquia que tinha em casa.

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Eu teria uma vitrola e vinis somente pelo saudosismo, porque eu prezo totalmente pela praticidade e aproveitamento do espaço físico de casa que os formatos digitais fornecem. Uso o Deezer a anos e recentemente assinei o Prime Music para a Alexa, e se tem algo que eu não consigo imaginar voltar a fazer é download de mp3 para colocar no celular.