MacBook Pro (Apple M1): não precisa nem olhar para trás

Originally published at: Review MacBook Pro (Apple M1): não precisa nem olhar para trás [análise/vídeo] | Tecnoblog

Primeiro MacBook Pro sem processador da Intel tem desempenho surpreendente e bateria que dura muito

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Parabéns pelo texto Higa, muito bem escrito. Só queria deixar uma mensagem para o vazio: Força PC, um dia você chega lá

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Estava vendo um ex engenheiro da Apple comentar sobre o M1, bem interessante as colocações. Vou deixar o texto original da matéria, para que todos possam ler.

Notável que a Apple já estava afrente até mesmo da ARM, em 2010, usando em 2013, anunciou o primeiro SoC em 64-bits. E desde então, foi a fundação para o que temos hoje, com o M1.

Excelente review. E essa não mudança no design foi totalmente estratégica. Alguns consumidores poderiam ficar receosos com tanta mudança, e agora que tudo correu bem, esse será o ano da maior renovação da linha Mac, na história.

Não acredito em um macbook Touch, porém em um iMac Pro, com tela sensível ao toque e Pencil, parece o caminho natural. A própria interface do Big Sur, é improvável que não esteja nos planos. Ansioso para a próxima WWDC e keynotes que seguirão.

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Muito bem colocado, imagina um iMac nos moldes do Surface Studio, seria tudo pra mim! :star_struck:

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Em questão de jogos: a Blizzard já tem o World of Warcraft compilado nativamente para o M1. Se não me engano soltaram a versão juntamente com a versão final do SO da Apple.

E acredito que agora com o salto de desempenho vai favorecer bastante a chegada (ou portarem) mais jogos para a os produtos da maçã. Claro, não apostaria de imediato nos AAA ou em estúdios grandes mas os independentes de uma forma geral devem começar a serem mais cogitados.

E, claro, um belo review!

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Na WWDC 2020 tiveram várias pautas para os devs já irem se preparando. E como agora a arquitetura é comum a todos, mais jogos poderão ser pensados para a plataforma Apple.

Já tem rumores de que o Apple Arcade esse ano ou no próximo (com a questão da pandemia que atrasou tudo) receberá títulos AAA, comprados pela Apple. E daí já emenda no rumor de uma Apple TV pensada para games (assim como já falaram em um Mac, com um processador desenhado para essa finalidade)

A Apple TV é a que tem mais potencial de sair esse ano, qualquer A14 já vai torná-la ótima para os jogos que existem hoje.

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Acho que não teve mudança no design pra poder antecipar o lançamento. Fazer uma transição de chip E renovar o design levaria mais tempo. Então ela acabou entregando logo o novo chip enquanto não lança um design novo e foi uma ótima decisão, já que com o desempenho ninguém está ligando muito pro design antigo.

Só espero que não demore muito pro MacBook Air receber um design renovado, pois é só o que estou esperando para pegar um… ou quem sabe se aparecer uma promoção desse modelo atual eu não consiga me segurar e compre logo.

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Também acho que o design novo ficou de lado por falta de tempo mesmo. Tinham uns rumores sobre o MacBook Pro redesenhado ser lançado já em 2020, mas certamente a pandemia atrasou esses planos (e devem ter preferido lançar o M1 no design atual ao invés de adiar todo o conjunto por mais um ano). Ao menos parece que está tudo “redondinho” sem nenhuma surpresa ruim.

Ótimo review do Higa, como sempre! Curioso para ver as variações do M1 para os modelos mais potentes, tipo o iMac e MacBook Pro de 16".

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Queria um vídeo ensinando isso:

Google Drive File Stream, que cria uma unidade de disco virtual no macOS e replica a estrutura de pastas na nuvem em um sistema de arquivos local.

Como micreiro desde os anos 90, essa nova leva da Apple tem um gigantesco contra, pelo menos para mim: customização.

Ter tudo integrado me afasta totalmente do hardware da Apple tem um tempo. Não ser capaz de algo simples, como aumentar o armazenamento, é algo inconcebível para mim, e não me entra na cabeça.

Quem sabe algum dia o MAC rode algum jogo

bom, rodando os jogos pra iPad com suporte nativo a controle, já tem muito mais jogo pra Mac que com processadores intel. Além disso, com o Rosetta 2 dá pra jogar os jogos que já existiam pra Mac, tipo LOL. Vamos ver se o novo hardware é o suficiente pra atrair mais jogos

Sou dev mobile e trabalho com react native e expo e minha dúvida é: será que consigo usar um Mac M1 já que não uso as ferramentas oficiais da apple como Xcode??

Rodar ele roda. Não que seja um exemplo de performance, até porque recém começou a transição. Mas estão alguns exemplos:

Canal max tech

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Ao mesmo tempo temos ARM no supercomputador mais rápido do mundo.
2020 foi um ótimo ano pra ARM.

A única coisa que me veio a mente agora é, considerando que a Microsoft está trabalhando em seu próprio processador (depois da falha do SQ1 e SQ2), se antes algubs desenvolvedores já não faziam aplicações para diferentes SOs, agora com ainda mais diferentes arquiteturas será que isso pode ser mais comum?

No caso da Apple, ela apenas unificou a arquitetura. Com isso levou os devs do iOS, para o mac.

Já a Microsoft tem muito mais problemas. Pra ela não é só migrar para ARM, a indústria toda precisa migrar, e a Microsoft vem tentando a anos. Com a vinda da Apple, o mercado está estimulado, viram que isso pode ser feito e bem feito. Porém não resolve o problema da natureza do Windows.

Precisariam haver acordado com órgãos de governo, do qual a Microsoft presta assistência para PCs da época dos dinossauros. Tem também sistemas de caixas eletrônicos com hardware defasado, sistemas de aeroportos … pra Microsoft é muito mais que apenas o usuário doméstico.

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O pessoal geralmente usa pra trabalhar mesmo, não pra virar beta testar de empresa desenvolvedora de games.

Armazenamento é o “de menos”. Com as portas Thunderbolt 4.0 você pode facilmente ter um SSD externo veloz o suficiente pra não ser um gargalo (40Gb/s não é pouca coisa). Aliás existem várias soluções já com SSD NVMe externo pra plugar em porta Thunderbolt. Processador a maioria das fabricantes já não dão a opção de chips que podem ser trocados faz tempo (exceções à parte). Só sobraria a memória, no caso.

Claro, vai ser um “penduricalho” ao lado do notebook (ou desktop) MAS a meu ver é mais prático pra “maioria dos mortais”, digamos assim.

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