iPhone 14 se comunica por satélites, mas a Starlink promete uma solução melhor

1 curtida

Promessas e mais promessas, alguém ainda acredita?

3 curtidas

Muita gente acredita sim.
E bastante

3 curtidas

É o primeiro passo, acredito que uns 15 anos para este tipo de tecnologia se popularizar. Isso se os “lobbystas” (das operadoras) não ‘melar’. Mas não tem volta, será o fim das operadoras convencionais ?

2 curtidas

Na apresentação da T-Mobile e SpaceX, eles falaram basicamente o seguinte: É uma torre de celular convencional, porém no espaço.

Então teoricamente você vai ter todos os mesmos serviços de uma torre convencional (internet, voz, etc)… E isso vai funcionar para qualquer telefone atual… porque não é uma tecnologia nova, é tecnologia atual e amplamente utilizada.

A grande sacada (e também o grande asterisco nessa história inteira) é que as torres de celular não costumam ficar a 500 km de distância dos aparelhos… E também, elas normalmente são fixas no solo, e não viajam a 28 mil km por hora…

Então, considerando esses dois enormes fatores complicadores, eles tiveram que:

  • Compactar MUITO uma torre de celular (a ponto de ela caber em um satélite, que já é
    por si só bem pequeno).
  • Reduzir muito a largura de banda (basicamente, só trafega texto mesmo).
  • Reduzir muito o número de terminais conectados simultaneamente.

Ainda assim, são problemas de engenharia bem complicados de resolver… Os caras afirmam ter conseguido resolver, então é esperar pra ver. Mas uma coisa é fato: A SpaceX é especialista em resolver problemas complicados de engenharia.

1 curtida

Esse tipo de tecnologia não funciona dentro das casas e prédios, então as operadoras convencionais vão seguir firme e forte.

1 curtida

Quando você diz “Compactar MUITO uma torre de celular” dá a entender que terão que compactar toda aquela estrutura alta que vemos por aí, mas não é isso, é somente os equipamentos e transmissores que estão fixados nessa torre. E os satélites da Starlink não são tão pequenos quanto costumamos imaginar, e essa versão nova será maior ainda.

A antena que fica numa torre é menor do que um satélite

Os problemas são distância e velocidade do satélite, outro problema do outro lado, é o celular devolver a comunicação, e o problema de ambos é ter estabilidade

Ainda tem outro problema: Quando o cara tiver perdido na floresta e conseguir achar sinal de satélite a hora que o smartphone conectar vai começar a fazer backup das fotos, baixar emails, notificações de N programas, vai demorar 15 dias pra conseguir banda pra mandar um SOS hehe.
O SO vai ter que ser bem pensado pra não deixar nada disso acontecer quando conectado nesse tipo de rede

1 curtida

Não é bem assim.

A rede de satélites da SpaceX funciona exatamente igual a uma rede celular, exatamente igual!

O que muda é a perspectiva da estação base (aka celular/antena Starlink): enquanto na rede celular é o aparelho que se move enquanto as antenas celulares permanecem estáticas, na rede Starlink é a antena do cliente que permanece fixa enquanto os satélites se movem.

Quando você está andando de carro seu celular vai se conectar a várias antenas diferentes, procurando sempre aquela com o melhor sinal.

No caso da constelação da SpaceX, a velocidade com que os satélites se movem não muda em nada a qualidade e a intensidade do sinal na casa do cliente porque sempre que a antena do cliente estiver perdendo a visada do satélite ao qual ela está conectada, outro satélite já terá entrado na linha de visada, garantindo que a antena do cliente nunca fique sem sinal. É a mesma coisa do celular usado no carro: desconecta de uma torre para se conectar a outra, com melhor sinal, a medida que vai se movendo pela rua/estrada.

Quanto à questão da altitude dos satélites é preciso ter em mente que o sinal do satélite, diferentemente do sinal de celular, não tem barreiras para transpor. Enquanto nas cidades o sinal de celular tem que atravessar prédios, árvores, morros, colinas etc, o sinal sai do satélite e vai direto para a antena do cliente. Então o fato de estar a 800km de altitude não é problema, tanto é que o ping na rede da Starlink é comparável ao de rede celular.

A questão de compactar os equipamentos para caber no satélite não faz o menor sentido. Se o sinal já chega nas antenas da SpaceX na casa do cliente, o que o impede de chegar aos aparelhos de celular? O aparelho só precisa estar a céu aberto e talvez nem isso precise, porque a Starlink vai usar a frequência da T-mobile, ou seja, a mesma da rede celular, que é diferente da frequência da banda Ka usada no serviço da Starlink. Talvez, talvez, será possível usar o celular até dentro de casa, se não for um prédio e não houver toneladas de concreto e armações de aço sobre a cabeça do cliente.

Sobre a largura de banda, a princípio a T-mobile vai liberar apenas parte do espectro, o que limitará a largura de banda, de fato. Mas nada impede que no futuro ela libere 100% da frequência nas regiões onde ela não tem cobertura terrestre.

Quanto ao número de terminais conectados simultaneamente o fator limitante é a quantidade de satélites cobrindo a área. Quanto mais satélites mais clientes pendurados na rede. É por isso que atualmente a Starlink limita a quantidade de clientes em cada região porque a constelação ainda está sendo construída e tem poucos satélites.

Enfim, o que foi prometido pela SpaceX e pela T-mobile é tecnicamente viável, só falta agora a SpaceX lançar os satélites compatíveis com a frequência celular da T-mobile.

A falta de uma enorme antena de phased array nos celulares. Sem essas sofisticadas antenas a velocidade vai ser muito baixa e o consumo de bateria enorme.

Mas a SpaceX vai usar a mesma frequência da rede celular e não a frequência da banda Ka (26~40 GHz) para se conectar diretamente aos celulares.

As antenas que os clientes da Starlink utilizam hoje são para captar o sinal da banda Ka. Mas o projeto com a T-Mobile é para conectar o celular do cliente usando parte do espectro de frequência 4G/5G da T-Mobile (abaixo de 5Ghz).

Pelo menos foi o que eu entendi. Posso ter entendido errado.

Esse é o principal problema que eu vejo que o problema está no celular.

Satélite, altitude, velocidade, espectro… isso é fácil de resolver, se brincar já deve está resolvido a bastante tempo com a NASA, militares e empresas de satélite

O celular receber sinal do satélite isso é fácil, o GPS, Galileo, Baidu e o russo que esqueci o nome é isso, é receber informação de satélite, deve mudar alguma coisas tanto de hardware e software para identificação.

Problema é enviar de volta e na quantidade absurda de celulares que vão ser vendidas nos tempos atuais.

Se a comunicação de volta for via 4/5G como @R.Sam está falando, não é nada demais e vai ter muita gente que vai ser e está sendo enganada

1 curtida

Não, Ivanilton, se eu entendi direito a ideia é usar a frequência da T-Mobile nos satélites da Starlink.

Exemplo: toda vez que os satélites da Starlink passarem sobre o deserto de Nevada onde a T-Mobile não tem cobertura celular, os satélites ativariam a mesma frequência da rede da operadora, eles funcionariam como uma torre de celular da T-Mobile, só que no espaço.

Os celulares se comunicariam somente com os satélites, usando a mesma frequência da rede celular da T-Mobile. Ou melhor, de início usarão apenas uma parte do espectro da frequência da T-Mobile, o suficiente para enviar e receber mensagens.

Eu entendi assim, se estiver errado me corrijam.

1 curtida

Recomendo darem uma olhada no que tem de tecnologia hoje em uso quando se fala de internet via satelite em dispositivos móveis

What is the Iridium GO Data Speed?

The data speed is 2.4 Kbits/s. This is the same data speed as all other Iridium & Inmarsat Satellite phone services. At this data speed, the Iridium GO! is best suited for email and downloading weather data with the PredictWind Offshore App. The data speed is too slow for general web browsing.

Eu vi que tem uma outra rede de satelites mais generosa na velocidade, até 70 Kbits/s, pouca coisa melhor que uma internet discada.

Não esperem milagres, vai ser só SMS mesmo o serviço, quando muito uma chamada de vez com aquele delay gostoso, mais que isso precisa de uma antena grande ou uma nova tecnologia nas antenas de celular, talvez em alguns anos, e em modelos selecionados, até vejamos internet via satelite de verdade nos celulares.

Sim, mas você tem que lembrar que o serviço de celular é só uma das funções do satélite… A principal função dele ainda é prover internet através do serviço Starlink… Ser uma torre de celular é um “brinde”.

Não é tão simples assim… Os satélites se movem rápido demais. A antena tem um mecanismo motorizado que movimenta ela de modo que ela consiga seguir o satélite no céu. Além disso, é uma antena tipo Phased Array. Existe um pequeno delay quando a antena precisa trocar de um satélite para outro, especialmente quando o espaçamento entre eles é grande.

O problema é que uma torre de celular raramente está a mais do que 10 km de distância do aparelho… Mesmo sem barreiras, o sinal se degrada demais a 500 km de distância. Tem que lembrar que um telefone celular não tem antenas Phased Array, são antenas convencionais e amplificadores de rádio que não passam de 1W de potência.

1W, com frequências entre 700Mhz e 6Ghz, com antena convencional, é um verdadeiro milagre alcançar qualquer coisa acima de 50 km… Não dá pra desmerecer os caras dizendo que isso ai é trivial, porque não é… conseguir transmitir E RECEBER sinal de celular, em um satélite a 500 km de distância é um feito inacreditável. Isso sem contar ainda o efeito Doppler, que nenhum celular hoje é capaz de compensar para objetos voando tão rápido… Isso tem que ser compensado no lado do satélite, para cada terminal conectado.

Se fosse simples, já teriam feito antes, pode ter certeza.

Talvez ter uma antena várias vezes maior do que a do celular, ativamente apontada para o satélite?

Pelo que eu vi ai… Os satélites atuais é que vão prover o serviço. Os caras vão mandar um update de firmware e os satélites vão ficar compatíveis instantaneamente… O legal das antenas Phased Array é isso: Elas não ficam presas a uma faixa de frequência específica, e podem funcionar em praticamente qualquer frequência bastando ajustar o software.

1 curtida

concordo

e os componentes de satélite estão diminuindo de tamanho e aumento sua eficiência com o tempo, um satélite do tamanho de uma caixa de sapato faz o mesmo ou até melhor que um satélite do tamanho de um carro de 50 anos atrás.

e colocar antena de celular fazer parte do satélite, eu, vejo nada demais, vejo algo demais é colocar lentes em satélites no espaço

entendi, mas acredito que ira melhorar e no futuro, quem sabe ? …