Exclusivo: Menos de 10% dos clientes estouram a franquia, diz diretor da TIM

O “ilimitado” só funciona no marketing, mas nunca é ilimitado, e o próprio diretor afirmou. Isso não figuraria como propaganda enganosa?

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Conversa fiada

Dar para usar o mesmo ponto em outra perspectiva

A internet é tão limitada que somente 10 dos usuários usam sem olhar essa limitação.

@Felipepperoni sendo que é proibido pela Anatel, isso pra mim, é confissão de culpa

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O cara foi pego na mentira. Primeiro mentiu, depois, amenizou. Kkkk

Referente aos menos de 10% dos usuários que estouram a franquia, eu sempre disse que as operadoras faziam levantamento desse tipo de situação.

Hoje em dia, já temos planos ilimitados bem dizer.

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As franquias de internet móvel só são grandes em planos pós-pagos. Planos pré-pagos e Controle tem uma franquia inferior a 20 GB por mês. Porém, com a onipresença do Wi-Fi, só se usa a internet móvel em casos extremos. Por isso, poucos superam a franquia de dados.

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Saudade da Oi 15 reais 15GB
Essa situação de que as pessoas não estouram seu plano, é porque justamente não usam por medo de estourar. Se soubessem que era ilimitado, usariam sem limitação assim como fazemos da fixa. O 5G foi feito para segurar vários usuários e, se eles (a operadora) não estão disponibilizando, vão acabar engolidos pelo futuro. Tal qual fora o SMS, que no Brasil não fede e nem cheira de tanto que eles limitaram os usuários; o que culminou naquela crise de quedas de chamadas pois o que se poderia fazer em uma mensagem, acabávamos fazendo via chamada, e a rede não aguentava (fora que poderiam ter usado VoWiFi na época)

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Na realidade, as franquias na internet móvel são pequenas para uso em um único dispositivo.
A onipresença do Wi-Fi e a internet fixa ilimitada em provedores locais fazem com que a internet móvel fique em segundo plano quase sempre.
Por isso, compartilho a minha franquia de internet móvel da Vivo com meus irmãos pelo fato de eu nunca usar a internet móvel.

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Não concordo tanto. A menos que a pessoa tenha tipo 5GB por mês somente ou dependa totalmente de internet móvel, não tenha fixa em casa, qualquer quantidade acima disso é já considero até excessiva. A Vivo, que eu uso, adora dar internet grátis, aumenta muito quando eles dão 3GB de “conta digital” e 3GB por ter débito automático ligado. No fim, fico com uns 18GB por mês e mesmo consumindo sem qualquer tipo de controle (vídeo a 1080p no YouTube, Netflix e Instagram) nunca chegou perto de consumir a franquia mensal. Até já pensei pegar um plano mais barato e com menor quantidade, pois não iriai ver a diferença. O usuário teria que ser muito hardcore para consumir mais que tipo 20GB por mês com internet móvel (os 10% que eles citou na matéria)

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Pois é, meu comentário vai nessa mesma linha de raciocínio, mas relacionado ao refarming das frequências 2G/3G.

A TIM fez a instalação de antenas 4G em todas as cidades do país (diz ela, né) porém, parece que apenas usando as frequências padrão de 4G da TIM, que não aguentam o tranco quando há muitos usuários tentando usar a rede ao mesmo tempo.

Um questionamento que poderia ter sido feito nessa entrevista é justamente sobre o refarming das frequências 2G para 4G, que aumenta o espectro e a capacidade da rede de suportar mais usuários usando ao mesmo tempo.

A TIM instalou uma torre novinha a poucos quilômetros do sítio da minha mãe. Antes o sinal da TIM lá era sofrível, praticamente inutilizável, porque a torre mais próxima ficava mais longe e com várias barreiras naturais no meio do caminho. Agora com a nova torre o sinal fica no máximo, porém a antena não aguenta o tranco do volume de clientes e derruba a conexão o tempo todo! Detalhe: a TIM só instalou antenas 4G nessa nova torre, nada de 2G e 3G. E esse parece ser o padrão que a TIM está adotando nas novas torres que ela está instalando na minha região: apenas antenas 4G.

Ora, já que a TIM não vai ativar o 2G (e aparentemente nem o 3G) por que já não fez o refarming das frequências 2G para o 4G, aumentando o espectro? Pra mim não faz sentido não fazer isso. Se a região já não tem cobertura 2G (e nem 3G) porque já não instalar as antenas 4G usando também a frequência do 2G?!

O Tecnoblog poderia indagar a TIM especificamente sobre o refarming de frequências 2G/3G para o 4G, quais os critérios e dificuldades para se fazer essa migração? Em especial nas torres novas, por que já não fazer isso logo de início? Custa caro? Precisa de autorização da Anatel para cada antena que for habilitar o refarming?

No sítio da minha mãe agora tem cobertura 4G, mas na prática é inviável de usar. Do que adiantou instalar a nova torre então? :man_shrugging:

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TIM é provavelmente a operadora mais avançada no refarming, por que ela historicamente não tinha tanto espectro disponível como Vivo e Claro.
Em banda 3 (1800MHz) dá pra ativar GSM no mesmo equipamento usado pra LTE (e pra banda 1 dá pra fazer o mesmo com 3G), mas isso tem custo de licenciamento e reduz a capacidade do LTE.

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Disse tudo! Minha mãe e eu temos a mesma promoção do prezão com 9GB, que sempre sobra muito. Isso é um comportamento da maioria.

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Isso também acaba colaborando e muito para não estourar a franquia.

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É meu ponto. Ele fala que ±10% dos clientes excedem a franquia, mas não temos números sobre quanto tráfego tem zero-rating, infelizmente. Ainda mais que um dos potenciais geradores de tráfego (WhatsApp) costuma ter zero-rating.

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Tecnicamente não existe mais diferença entre um plano pré, controle e pós. É só termo comercial. Todos os planos acabaram sendo pagos da mesma forma, através de uma contratação periódica. O único que ainda segue o modelo de negócios dos pré-pagos mais antigos é o Vivo Easy onde compra o pacote e usa até acabar, sem necessidade de cobrança recorrente com renovação do plano.

Obviamente que, como elas chamam os mais baratos de “pré-pagos”, os intermediários de “controle” e os mais caros de “pós-pagos”, somente esses ultimos terão franquia maior.

Eu tenho um plano que me dá direito a redes sociais sem descontar da franquia, 25GB pra vídeos (YouTube, Netflix, Prime Video, Disney+, HBO Max, etc) e 50GB pra outros usos por R$99/mês. Uso o plano como se fosse ilimitado, inclusive compartilhando internet com outros aparelhos. Basicamente só uso WiFi em casa e mais em lugar nenhum. Fico o dia todo fora de casa usando muito o celular sem me preocupar com franquia e o mês que eu uso 60% ou 70% da franquia é muito. Pra falar a verdade, só mantenho a internet de casa porque preciso de conexão em aparelhos conectados, porque se dependesse só do meu uso, aumentaria R$50 do valor do meu plano pelo dobro de franquia e só usava a internet do celular.

Na prática basicamente isso, mas pré ainda é baseado em recarga, pós em cobrança com fatura(controle incluso).

Tecnicamente não existe nenhuma conexão ilimitada.

Por exemplo uma internet de “300 MEGA” baixa a no máximo 37,5MB/s, ou seja em 30 dias ele caso usasse no limite (e fosse possível), seria de 97,2TB.

Ou seja, não é ilimitado e não existe nenhuma internet ilimitada pois não existe ilimitado. Sempre terá um limite técnico.

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Claro Flex 37GB. :person_raising_hand:

Bom, se apenas 10% estoura a franquia, então vamos testar um plano “Infinity” de verdade. Não há pq limitar então. Atualmente eu tenho 60GB de internet (boa parte de bonus fidelidade), se eu uso 1GB no mês já é muito, mas eu passo 99% do meu tempo no Wi-Fi.

É por isso que eles querem acabar com o ilimitado. Ta aí a justificativa. Não ganham o suficiente…

Na matéria mencionaram que a Claro e a Vivo já estão comercializando o 5G FWA, mas pelo que eu saiba, a Vivo só liberou o regulamento (o plano não está disponível no site nem para pessoa física ou jurídica).

Outro ponto é que está tendo uma divergência enorme, pois a TIM disse que ativou o 4G em todos os municípios, mas se olhar no mapa de cobertura dela, verá que não é verídico. Ela pode ter licenciado as ERBs, mas até chegar no processo de ativação, pode levar meses.

Agora o momento cômico da matéria é quando fizeram a pergunta sobre limite de franquia na internet fixa, a resposta dela e a contestação seguinte. Totalmente contraditório.

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