Exames neurológicos comprovam: reuniões virtuais cansam mais que presenciais

Eu só sinto cansaço se a câmera está ligada, se puder ficar só com o áudio ligado eu posso ficar na reunião por muito tempo sem me cansar.

O problema da reunião por vídeo é que você não sabe se alguém está te observando e como está aparecendo na câmera, quando é uma reunião presencial você sabe quem está te olhando.

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No geral, reuniões são sacais e muita perda de tempo.

Exceção às bem específicas, a grupos bem definidos.

Costumava fazer duas reuniões, com os grupos que comandei: a da minha apresentação e a de despedida.

Detestava participar, quando era chamado pelos meus superiores. Mas são ossos do ofício…

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Imagina nós medicos quando fazia telemedicina era algo muito ruim.

Definitivamente. Você não tem o foco, muita distração e uma comunicação bidimensional. Mas a tecnologia vai solucionar isso no futuro próximo. As pessoas vão usar óculos de realidade mista e observar projeções tridimensionais em tempo umas das outras como se fosse presencial.

Patrocinado por: patrão q gosta de micro gerenciar todo mundo no escritório.

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Poderiam ter levado em consideração a distância que o aluno percorreu de casa até a faculdade, talvez seria mais justo, já que no texto informam que os alunos estavam com fadiga, cansados, com sonolência e irritação. Experimenta ficar 4 horas em transporte público para ver se dá para ter atenção em uma reunião que poderia ter sido feita totalmente de forma remota, ah é… esqueci, é um país de primeiro mundo, a áustria que é um país dos países com maior PIB, talvez lá as pessoas tenham até teletransporte para chegar mais rápido na reunião.

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Nem precisa de teletransporte, tem muito pais na Europa com menos área e menos população do que São Paulo, por exemplo.

Não justifica nossa qualidade de vida ser ruim mas é um fato que essas comparações se esquecem sempre.

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Se quiser ler o paper do estudo:

https://www.nature.com/articles/s41598-023-45374-y

Dá-se a entender que o estudo foi realizado completamente in loco. Ou seja, tanto a “video conferência” quanto a aula presencial foram assistidas no campus, anulando, até certo ponto, os efeitos do deslocamento até a faculdade em uma ou outra modalidade. Fora que os alunos que participaram do experimento assistiram nas duas condições (remoto e presencial). Não foram dois grupos diferentes que assistiram a aula em apenas uma condição cada.

E é esperado que tenham feito as duas etapas na universidade mesmo, já que eles mediram a atividade cerebral via ECG e EEG durante as aulas. Os pesquisadores não se dariam o trabalho de ir até a casa dos participantes pra medir essas coisas.

Se no país deles não têm os nossos problemas, por quê eles têm que levar em consideração?

Ótimos pontos levantados, obg!

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Oq eu quis trazer com isso foi que no Brasil, dada nossa realidade, não tem como aplicar a mesma régua, mas nos jornais e publicações de LinkedIn de CEOs será, eles usam esses artigos como tomada de decisão para reforçar o que já querem fazer.

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A pesquisa pode ser usada como parâmetro para a pesquisa que possa ser feita aqui

Já o CEO, pode usar sim, mas pode não usar, quem vai saber o que passa na cabeça

Verdade kkkk

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