Ex-executivo do Twitter prepara "novo Twitter", mas não quer lançá-lo no Brasil

Acho o BlueSky é mais promissor. Mas sei lá. Temos redes demais, tempo de menos, paciência zero.

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Até parece que ele não vai entrar nos maiores mercados pra redes sociais, jura?

Ta certo, o Brasil não merece mesmo, Com certeza ninguém quer ter de estar subordinado à Alexandre de Moraes, então se o cara nem é brasileiro e ele pode se livrar dessa dor de cabeça ele simplesmente vai se esquivar mesmo, se eu fosse ele eu faria o mesmo

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Certo ele, não lançaria no BR também.

Eu acho é ótimo. Se submeter à legislação brasileira é um pesadelo. Ainda mais em tempo de censura descarada com a desculpa do “fake news”.

E se você acha que as coisas não vão piorar… Moraes pede a Lula projeto para regulamentar as plataformas digitais | VEJA

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“Censurar” quem fica divulgando que houve fraude no processo eleitoral me parece justo.

Sobre a lei, se na Europa existe essa discussão, por quê ñ precisa ter algo por aqui? E sim, eu acho que as plataformas precisam de alguma responsabilidade pelo o que elas mantêm. Muita gente confunde liberdade de expressão atualmente.

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Não me leva mal não mas a Europa é quem tem mais influenciado mudanças e regulações tanto na web, em redes sociais quanto no mercado de tecnologia, antes de falar que a regulamentação do Brasil é rígida, compare… Só lembrando os leigos aí.

Começa assim mesmo. Primeiro proíbem o questionamento das eleições, depois regulam rede social e mídias e daqui uns dias vai ser proibido discutir sobre ir ao mercado e encontras as prateleiras vazias ou o sobre o dinheiro valer menos. Vai ser bastante interessante termos um “revival” das décadas de 60/70 com censores plantados dentro das empresas de mídia, redes sociais e afins avaliando o que pode ou não ser publicado. Depois dá uma pesquisada sobre aquela 1a. página de jornal da década de 70 que tiveram que publicar uma receita de bolo ao invés da notícia porque ela foi censurada.

Só que a UE já está pagando o preço dessa agenda progressista. A imigração, principalmente de muçulmanos fundamentalistas, está afetando bastante a cultura de países como a França. Graças à “regulamentação das mídias” que eles insistem em promover, dificilmente você vai ver notícias sobre regiões em que os imigrantes [muçulmanos] estão impondo costumes como as mulheres cobrirem a cabeça, proibirem de fazer algumas atividades como frequentar a escola e por aí afora. E não só dentro da comunidade como também uma parcela da própria população nativa. Esperta foi a Inglaterra que pulou desse barco antes que ele afundasse.

Falei para comparar o do Brasil, pouco importa o que rola na UE, o ponto é que a Europa faz a regulamentação e ela vai para o mundo, o que se tem no Brasil é algo que já tinha e redes sociais grandes como Facebook e o próprio twitter já aderiram, caguei se ele n quer vir por conta disso.

Sobre o lance dos mulçumanos, pretendo fazer uma viagem para lá e fazer um tour em países, então se não for pedir muito pode indicar os países ou cidades em que os mulçumanos estão mandando?

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Mais notório são algumas regiões em Paris. Mas fora do “radar turístico”. E pra homens nada muda.

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Eu continuo achando que sim, deve existir regras para essas plataformas. Vide, quantidade de pessoas que se tornaram doentes ou que acreditam em tudo sem o próprio questionamento.

Como falei, vocês que criticam esse tipo de possível lei só confundem o que é liberdade de expressão.

Uma coisa são regras e regulações. Outra é censura. E hoje está claro e mais que descarado que a censura está sendo praticada de forma bastante frequente. A exemplo da proibição da discussão acerca do processo eleitoral. Basicamente: é proibido questionar a lisura do processo sob pena de ter a conta suspensa. Ou pior: você pode até ir preso por isso. Fora outras flagrantes violações da Constituição que estão ocorrendo. E a história é mais que clara acerca de momentos assim: justificam-se essas medidas como “proteção do ‘Estado Democrático de Direito’” e quando menos estamos sob algum tipo de regime Ditatorial em que é proibido questionar qualquer coisa.