Americanas, Ponto e outras fecham cerco e combatem produtos sem selo Anatel

https://tecnoblog.net/534967/americanas-ponto-e-outras-fecham-cerco-e-combatem-produtos-sem-selo-anatel/

Provavelmente quem vai sair ganhando nessa vai ser Shopee, Aliexpress e similares. Pelo visto o mercado de eletr√īnicos importados nas Americanas e afins acabou.

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Se tiver representação no país, em tese a Anatel pode cair em cima e multar também.
Não sei em qual pé estão essas empresas nesse aspecto.

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Vish, Anacartel voltou a encher o saco com homologação?

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√Č lei n√©‚Ķ Tem que cumprir e tal

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O legal é que o que mais tem nas lojas de Marketplace são produtos piratas e falsificados, mas o que estão mirando são os produtos originais sem certificação rsrs. Capaz de afirmarem que fazem isso para a proteção dos cidadãos brasileiros…

Vamos pegar um exemplo muito mais prejudicial pro brasileiro, o mercado de suplementos alimetares falsificados, o que tem de produto falsificado por l√° n√£o √© brincadeira, mas a sa√ļde da popula√ß√£o n√£o √© t√£o importante quanto arrecadar n√©.

Não se vê uma força tarefa da Anvisa ou do Procon pra combater esse tipo de adulteração, mas lá está a Anatel furiosa com a venda de Smartphones originais e de boa qualidade que apenas não possuem o selo de certificação da Autarquia…

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Escravidão e segregação racial já foram lei também, isso não quer dizer que é certo. Eu sei que é importante certificar se o aparelho não está emitindo radiação em excesso e causando interferência, o problema é que a homologação tem caráter mais arrecadatório e protecionista. E não duvido ter um lobby das fabricantes que atuam oficialmente aqui que não querem concorrência dos chineses.

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A questão nesse caso é que não importa se é certo ou não.
O ponto é a legalidade e o papel do Estado de garantir que a lei está sendo cumprida.

Quando escravidão e segragação racial eram leis, o Estado impunha.
Houve mudanças na sociedade, o Estado foi pressionado e a lei foi modificada.

Vender produtos sem homologação da Anatel é ilegal e o Estado está aí impondo isso com a fiscalização.
Pode ser que no futuro isso mude e o Estado acabe modificando a lei. Mas enquanto isso n√£o acontecer, o Estado est√° cumprindo o seu dever de impor a lei.

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Todo país sério tem sua própria anatel.

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Concordo demais q todo país sério tenha sua própria Anatel.

N sei como anda o mercado de telefones no Brasil, mas creio q a oferta de aparelhos falsificados quase não exista mais. O q não justifica apertar o cerco contra aparelhos n homologados. Ou seja, o objetivo aqui pode ser qualquer coisa, menos a segurança da população.

Agora se tivesse chovendo aparelhos ruins, de qualidade duvidosa, fazia muito sentido essa operação.

‚Äď

O problema de uma Anatel em cada pa√≠s √© a redund√Ęncia. O ideal seria um consenso internacional, v√°rios pa√≠ses se unirem e se um pa√≠s homologou, ent√£o seria um produto seguro para todos os pa√≠ses dessa lista.

Só acho q algo do tipo n deva acontecer pq talvez a Anatel tenha outros objetivos além da missão de proteger a população.

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A dificuldade de implementar algo assim √© voc√™ conseguir chegar num consenso entre todos os pa√≠ses participantes de quais s√£o os par√Ęmetros que devem ser atendidos.
Cada pa√≠s tem sua ag√™ncia muito provavelmente porque cada pa√≠s tem seu par√Ęmetro de exig√™ncia.
E tem a quest√£o da ‚Äúsoberania‚ÄĚ (n√£o sei se √© a palavra mais adequada aqui) tamb√©m, j√° que voc√™ estaria basicamente tendo de aceitar integralmente o trabalho de uma ag√™ncia reguladora de outro pa√≠s.

Acontece que j√° √© um consenso. Anatel usa as recomenda√ß√Ķes de limites da OMS, q √© um √≥rg√£o internacional. Possivelmente as Anateis dos outros pa√≠ses fazem o mesmo. √önico ponto exclusivo √© quest√£o da faixa da frequ√™ncia do sinal, que pode variar a cada pa√≠s.

S√≥ que uma ‚ÄúAnatel‚ÄĚ se unir a outras ‚ÄúAnateis‚ÄĚ num vai rolar pq os interesses v√£o al√©m da seguran√ßa da popula√ß√£o.