Videogame novo para quem?

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PS5 e Xbox Series X foram lançados agora por quase R$ 5 mil, mas videogame precisa ser caro e inalcançável para algumas pessoas?

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Excelente texto, felipe, em literalmente todos os apectos possíveis. Uma excelente análise não só comercial como cultural sobre os videogames e seus preços.

Gostaria de destacar esse trecho:

Bloco de Citação“Para eles um videogame de US$ 400 é relativamente caro. Diferente de um iPhone de US$ 600, pois com um iPhone ele tá pagando pelo plano de telefonia que ele vai usar, que ele gastaria mensalmente e para uso diário sem parar. Para um videogame de US$ 400 não tem isso. E lá não existe parcelamento, como no Brasil, eles têm que pagar esse valor à vista. Famílias de uma classe mais baixa gastam isso em dois ou três meses de mercado”, disse.

É sempre bom ter a análise de uma especialista no assunto, especialmente pra tentar tirar da cabeça do brasileiro com síndrome de vira-lata que repete internet à fora que “qualquer atendente do McDonald’s consegue comprar um console/celular sem dificuldade”.

Outra coisa, faltou um “PODE” na segunda frase trecho abaixo, não?

Bloco de CitaçãoNosso primeiro ponto da conversa foi justamente sobre o poder de compra de quem mora nos EUA. Lá o PS5 custa de US$ 400 a US$ 500, o que ou não ser um valor bem elevado para a maioria dos norte-americanos.

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Desde que eu me conheço por gente, eu tive apenas dois videogames: o Dynavision (que vinha com dois cartuchos com 30 e 64 minijogos, respectivamente) e um SNES usado que o meu pai comprou pra mim.

Bom, mas é claro que eu sempre sonhava em ter um PlayStation, mas os meus pais nunca tiveram condições de comprar um pra mim.

E depois começa a entrar naquele dilema de ter condição de comprar, mas não ter aquele mesmo tempo livre da infância. Afinal, as 48 parcelas não vão se pagar sozinhas. Mas quem sabe eu acerte na Mega da Virada :joy::joy::joy:

E também tem que levar em conta se vai querer jogar ou vai usar uma ou duas vezes na vida. Mas quando me dá uma vontade, eu vou naqueles sites de “joguinhos em flash” (Tudo bem, não é mais Flash, mas é aqueles joguinhos casuais).

Mas se fosse pra ter um videogame “de verdade”, acho que ia pegar um Xbox, muito pelo fato de ter um hardware interessante, a Microsoft também está comprando tudo quanto é estúdio e tornando a maioria desses como exclusivos, além do Game Pass, que tu tem uma centena de jogos por uma quantia mensal.

Por enquanto é isso. E parabéns pelas imagens que colocam nos especiais, caprichando cada vez mais na arte

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Faltou o pode, sim, Igor. Corrigi agora, valeu por avisar!

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Minha família já comprou dois ataris usados (velhos), um Nintendinho (velho), um Dinavision e um Polystation, só adultos fomos ter dinheiro pra esse tipo de “brinquedo” de primeira linha novo, mas quando adultos já preferiamos jogar em Celulares e PCs. O único que adiquiriu consoles foi o meu irmão mais velho, um PS 2 e um PS 4. Hoje sou PC gamer mas ultimamente to só no CS mesmo e um ou outro jogo indie/nacional (Horizon Chase por exemplo).

Excelente texto! Parabéns!
Falando em impostos, sugiro fazer uma reportagem sobre a pec 51 / 2017 a fim de esclarecer aos que ainda são contra, quais são os benefícios de se cortar todos os impostos nos games no Brasil.

Então, Lá em casa sempre teve Consoles!!! Mas quem tinha era o meu irmao do meio, Eu jogava de vez enquando (Ja teve Super Nintendo,Nintendinho,PS1,PS3 e Nintendo Wii) Ate que em um ano eu resolvi comprar meu 1o console só meu. E assim, de galho em galho fui comprando meus consoles. Tenho um Xbox One S,Nintendo Switch e PS4. Alem do Super Nintendo Classic. Gosto de Jogar. ate queria comprar a nova geraçao, mas eu desisti pelo preço!! Isso que e um impecilho grande para quem quer ter uma coisa mais atual.

Não adianta cortar imposto de game e taxar livro q nem fizeram esse ano.

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