Sai Bob Chapek, volta Bob Iger; ex-CEO retorna ao comando da Disney

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Será que a Disney volta a fazer animações/ filmes com um tom meio “sombrio” como era no passado?
ou vai continuar infantilizando tudo?

se fosse infantilizar o problema da Disney, te garanto que ela não estaria no buraco que se meteu.

Todos os filmes da Marvel desde o Ultimato foram, ou um fracasso, ou abaixo do esperado. Star Wars nem se arriscam mais, pixar? o último filme foi o maior fracasso deles. Disney, nada perto de antigamente.

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Acredito que ele falhou mesmo (porque ele foi péssimo), mas temos que levar em consideração uma coisa:

Não é só eu que ficou saturado de filme de super herói, foi bom, foi! Atraiu muita gente fora desse mundo (dos quadrinhos), sim, faturaram bilhões por filme, sim, mais tudo na vida em que se exagera a ressaca vem a seguir.

Hoje em dia para os contadores de história, as coisas andam mais difíceis, o imediatismo juntando com a necessidade de se fazer uma novidade diária está prejudicando a produção áudio visual, voltamos ao Enlatado Americano Gourmetizado (devido as produções bilionárias)

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“Todos os filmes da Marvel desde o Ultimato foram, ou um fracasso, ou abaixo do esperado. Star Wars nem se arriscam mais, pixar? o último filme foi o maior fracasso deles. Disney, nada perto de antigamente.”

Meu último contato com o universo Star Wars foi Rogue One, depois larguei de mão.

Um desenho que eu gostava bastante na infância era o “O Point do Mickey”, todos os personagens da empresa em um único lugar, reapresentando os clássicos da empresa, histórias simples, mas com suas tramas e momentos bem dark
Isso simplesmente sumiu.

Fiquei bem desanimado com as animações da pixar depois de assistir carros 3.

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Hoje minha exceção é o Batman do Tim Burton (89/ 92), de resto, não consigo assistir mais nada relacionado.

Filmes de heróis viraram os novos “westerns”
Vai chegar um momento que o público geral vai ficar de saco cheio.

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Saturação de super-heróis é normal, mas o problema é a qualidade dos filmes e séries, é algo tenebroso, não existe roteiro, são filmes muiiito ruins, apenas apresentando minorias, empoderamento feminino, homem malvadão.

o filme do Lightyear é vergonhoso, surreal o que fizeram com um dos maiores personagens de animação de todos os tempos.

no mais, Star Wars eu sou fã, as obras de Dave Filone e John Fraveau são ótimas, tem grandes roteiros que respeitam a história da franquia, já os filmes e séries que não tem eles são horríveis, uma vergonha.

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Nature is healing
:smiling_face:

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Quem lacra n lucra.

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Não sei se o novo velho CEO vai trazer de volta a tal magia Disney mas é sempre importante mandar recados firmes a esta turma que se acha mais virtuosa que o mundo.

Em várias produções antigas, por exemplo, era muito comum homens desdenharem e rebaixarem mulheres. Até mesmo jornais e revistas o faziam. Isto, por óbvio, gerou muito ressentimento, que por sua vez, com passar do tempo gerou o revanchismo que vemos atualmente, onde, mulheres só conseguem se afirmar nessas produções (da Disney, por exemplo) se for rebaixando os homens a idiotas inúteis e infantis apatetados. Logo, é óbvio que isso gerará uma série de indivíduos ressentidos e com raiva, pois é sobre eles que a conta da geração anterior caiu.

Aí você soma roteiro péssimo com situações estapafúrdias, sem a menor coerência e ainda acrescenta esse discurso desagregador, acaba “chutando” pra longe uma parcela considerável da audiência.

Dei apenas um exemplo (o discurso feminista escrachado), mas essas produções têm muito, mas, muito mais teor woke em diferentes temas.

Inclusive, fica a pergunta: qual é a intenção dessa gente afinal?

  • querem paulatinamente destruir as relações humanas e o entretenimento?

  • criar um tipo de sociedade sob demanda, onde as pessoas ficarão presas num cercadinho apenas com aqueles que possuem as mesmas ideias?

  • serviços de entretenimento voltados somente às ideologias do usuário?

  • ruas onde homens caminhem somente de um lado e mulheres do outro, pata evitar olhares, toques, flertes, ou falas sem consentimento?

Qual é a desse povo? Pergunto, pois, o que eles vem fazendo nos meios de comunicação e entretenimento é fazer você sair da sala de cinema com raiva, ou desligar a TV pra parar de ouvir pregação. Afinal é impossível sentar pra assistir 1h de qualquer coisa hoje sem ser chamado ou ver alguém ser chamado de “ista”, “óbico”, ou de idiota por ser homem.

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Eu realmente não quero soar como um “anti-woke”, porque no fim são faces da mesma moeda e são irritantes e intolerantes da mesma forma, mas no fim isso se resume ao ditado do “O que os olhos não vêem, o coração não sente”.

Sabe aquele papo de oprimido virar opressor se ele não for sábio? Então…
“Coexistência” não existe no vocabulário deles, nem coisas como cooperação ou perdão. É gente que está tão bitolada no ranço que sonham em canibalizar a sociedade a todo custo e assim ter sua vez no jogo de dinâmicas de poder da sociedade…

Mas dito isso, tem um catch. Esse povo não passa de uma minoria vocal que reside em redes sociais, justamente por não serem os melhores em viver em sociedade, reforçando ainda mais a câmara de eco que estão. Eu digo por experiência própria (sendo o mesmo LGBT+ que esse povo adora se vangloriar) que você não vê nenhum deles querendo fazer suas demandas, e quando você os vê em ambiente selvagem que é a vida real, é quase sempre dentro de uma panelinha que já é intransigente com gente de fora, ou em alguma startup “super cool” querendo capitalizar em cima.

E esse último tópico que eu quero reforçar: esse pessoal é literalmente uma parcela infima da sociedade, até mesmo dentro dos seus grupos de interesse. Então não: não estamos diante de uma revolução do arco-íris que vai banir o capitalismo e perseguir heteros ou algo assim. O que faz eles parecerem ser mais onipresentes é justamente essa sanha que corporações tem de querer capitalizar em tudo de forma agressiva e constante. Da mesma forma que, por exemplo, bastou o TikTok ser popular pra um monte de rede social e até mesmo o YouTube quererem fazer a gente acreditar que vídeos curtos na vertical são o futuro, tais empresas (especialmente as de redes sociais) vivem tentando empurrar a ideia que esse “ultra progressismo” é o que há, seja pra quem compactua, seja pra quem o critica. Nenhuma dessas coisas se sustenta por mais de 10 segundos num ambiente social aberto. Afinal, usando o sentido fútil da palavra, “quem lacra, não lucra” e um monte de gente e empresa quebra a cara em descobrir que a realidade não opera nesse modus operandi de que a sociedade vai abraçar toda coisa “cool” a cada 10 minutos sem se sentir alienado e cansado no processo.

Em suma, o conselho que dou pra lidar com esse tipo de “crise”, tanto pra quem realmente acha ela uma boa ideia, tanto pra aqueles que acham que estamos a beira de um Grande Reset, é simplesmente: “saiam da frente da tela dos seus PCs e smartphones e vão tocar grama”…

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Top!!!

Infelizmente está praticamente impossível assistir qualquer coisa sem ouvir essas ladainhas. Por exemplo, ao final de uma das partidas da Copa, narrada por uma mulher, o comentarista fez questão dar um pequeno discursinho sobre esse fato. Instintivamente eu passei a mão no controle e tirei do canal, numa reação do tipo “vai pra :face_with_symbols_over_mouth:. Não estou aqui pra ouvir suas :poop:”.

Mais tarde o portal de notícias da emissora fez questão de fazer toda uma matéria sobre o mesmo assunto. Não cliquei, obviamente, mas, fica sempre o pensamento de que o caras pegam um processo que deveria ser natural e o tornam antipático, pois esse exemplo é 1% do que acontece diária e semanalmente. Durante os anúncios nos intervalos de certos jogos, tem sempre uma ou mais propagandas de carro, por exemplo, dizendo que “a mulher pode isso, pode ser aquilo, pode ser o que quiser”. E por isso, minha estratégia tem sido deixar a TV no mudo e ir fazer outra coisa nos intervalos. Ou seja, “cegueira publicitária total”. É como você faz durante aqueles anúncios que aparecem em aplicativos gratuitos, ou antes de vídeos do YouTube (pra quem não paga o premium)
Ninguém, creio eu, fica parado prestando atenção. Sua mente vai pra Marte até que aquele troço acabe, ou apareça o botão de “pular” e você possa ir pro que realmente interessa.

Eu acho que as empresas abandonaram o mantra do “conheça o seu cliente”, pra entra numa filosofia de “doutrine o seu cliente”. Só que como o ser humano é rebelde, isso vai ralo abaixo,inclusive o efeito em boa parte das pessoas é o contrário, elas ficam com raiva momentânea da marca e seus produtos. Eu mesmo nesses comercias de carros quero o carro e a empresa vão pra :face_with_symbols_over_mouth:. Preferiro gastar meu dinheiro com quem não fica de palhaçadinha e se finge de virtuoso e progressista, focando extremamente na qualidade do produto, ou na qualidade da história a ser contada.