Projeto quer alimentação e seguro a entregadores do iFood, Uber Eats e Rappi

Uber Eats, iFood e Rappi se negam a oferecer o mínimo de dignidade. É bizarro.

Se nem negando o mínimo de dignidade eles conseguem lucro, imagina se oferecerem?

Mas aí é um problema do modelo de negócio deles. Eles que se virem :slight_smile:

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Concordo.
Se o modelo de negócio não se sustenta oferecendo o mínimo de apoio aos envolvidos, o modelo deveria ser repensado.

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Eu me pergunto porque taxista não tem direito à vale alimentação ou carteira assinada? Ah sim, são autonomos… espera… não era exatamente o que o pessoal de aplicativo era? Autonomo?

Sei lá, isso me parece ter dedo da turma do taxi, que não conseguiu transformar em ilegal então vão forçar tudo à ficar mais caro só para voltarem à ser relevante.

A partir do momento que você tem subordinação, pessoalidade, ou trabalho realizado por pessoa física, existe vínculo empregatício. Os apps fazem os trabalhadores estarem sujeitos aos seus termos de uso (subordinação), não permitem que o trabalho seja feita por um terceiro, exigindo que seja pela pessoa cadastrada (pessoalidade), é um vínculo de pessoa física. Taxista não tem isso. :slight_smile:

Pois é… mas até onde eu lembro, o alvará do táxi é de uso próprio e, em tese, não poderia ou deveria ser alugado para terceiros.

Além disso, táxi tem de seguir um monte de termos (regras) do governo. Taxista então eles deveriam ter direito à isso vindo do governo. Mas sei lá… vai dar bobagem essas leis.

Essa cultura do “pai Estado” chega a ser irritante às vezes. Quem tem que ter consciência dos riscos é o próprio autônomo. Tanto que eu já cansei de ver entregadores com joelheiras e cotoveleiras próprios para pilotagem de moto e bota quanto entregador de bermuda e chinelo. Agora impor que os aplicativos paguem “seguro de acidentes” é no mínimo ridículo se o próprio parceiro não está preocupado em se proteger.