Procon-RJ ameaça Amazon e Americanas com multa milionária por preços na Black Friday

Comprei 5 produtos na BlackFriday e 4 já estou devolvendo, Graças a Deus hoje temos essa lei de arrependimento porque nunca ví fabricar tanto lixo como atualmente.

Mas tudo que comprei estava com preço realmente bom pois pesquisei bastante antes de comprar, mas por acreditar na BlackFriday acabei me lascando pois um dia antes achei uma TV Samsung que eu estava querendo por 1900 e pouco, no dia seguinte estava 300 reais mais caro e acabei comprando uma Semp que nunca vi um lixo tão grande e acabei devolvendo.

10M? Queria ter ideia de quanto esses faturaram nesse dia, a impressão que tenho é que esse teto é um peteleco no ouvido: chato e inconveniente mas tá, faz o que tu quer e deixa eu seguir com minha vida…

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E que mesmo assim a empresa vai contestar ao máximo e, se for condenada a pagar sem ter mais direito a recurso, vai protelar ao máximo.

É o valor da nota fiscal isso.

A primeira Black Friday do Brasil foi no dia 28/11/2010. E somente 11 anos depois, no dia 26/11/2021, é que vi alguma vantagem por conseguir unir preço mais baixo de um produto que eu realmente desejava e precisava. Foi um laptop com processador de 11a geração, 8gb de memória DDR4-2666MHZ, tela full hd, entrada de rede Ethernet, SSD, bateria duradoura e corpo leve. O aparelho custava acima de 4000 reais e o comprei a 2924 reais retirando em 1 dia útil na loja.

O quero demonstrar com isso é que, a Black Friday brasileira precisa amadurecer muito ainda e matéria de preços e vantagens reais. É óbvio que temos uma economia podre, por vezes nefasta, mas nada justifica o engano e a enrolação que algumas empresas fazem, passando o consumidor pra trás.

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Seja Black Friday ou não, pesquisar sempre é o caminho correto para não ser enganado pelas lojas virtuais ou físicas.

Quanto a multa do Procon, eu não sou a favor, pois na prática as empresas apenas aplicaram uma estratégia de marketing onde o consumidor desatento foi fisgado.

Aliás, se a instituição se preocupasse mesmo em ajudar o consumidor, a multa deveria ser repartida entre as pessoas supostamente lesadas, o que seria bem mais justo e lógico.

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