Pix é o nome do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central

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Pix deverá permitir inclusive pagamentos via QR Code e NFC, diz Banco Central

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Eu queria que todos os setores do Brasil fossem tão eficientes assim quanto são no sistema financeiro.

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Para quem vive fazendo transferências/pagamentos direto vai ser uma puta revolução. Se entregar tudo o que promete, obviamente.
Eu sei que não deveria, mas tô com tanta expectativa por esse novo sistema.

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Estou com sentimentos conflitantes.
Por um lado, um sistema desse é um baita avanço e vai ser ótimo!
Por outro, é um estalar de dedos pra voltar a CPMF e ser mais um meio de arrecadar dinheiro pra corrupção, caixa 2, dinheiro na cueca e qualquer outra forma de desvio de dinheiro público.

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Não acho que eles iriam colocar algo assim, se colocarem, pode fazer com que o custo dele fique mais alto em relação aos demais métodos e acabe não sendo usado por conta dos valores, algo que eles querem melhorar é o custo absurdo do TED.

Ao menos é o que espero

Eu não duvido de nada.
Entre no Google notícias e pesquise por CMPF, está polarizado, alguns parlamentares querem a volta enquanto outros não.

Também acho que é malandragem do governo pra facilitar o retorno de CPMF ou um tributo similar.

Tudo bem que o Mercado Pago evoluiu bastante e hoje oferece um serviço interessante, inclusive com rendimentos financeiros. Mas ele pode ser considerado uma fintech, mesmo sendo uma empresa super velha?

Eu acho que a volta da CPMF é uma boa sob ponto se vista da fiscalização. Tipo, se ela fosse cobrada simbolicamente. Tipo, 0,05% em cima das transações.

Quanto ao sistema, isso vai nos por em pé de igualdade com a Ásia em sistema de pagamento. Lá se faz tudo por QR Code. Os boletos virão tudo com QR Code agora.

Ps: Só falta a prestadoras de serviços públicos melhorarem a impressão, pq se não, não vai adiantar nada (no caso de quem ainda usa boletos físicos).

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Volta de imposto não é boa sob ponto de vista nenhum. E com certeza a alíquota seria bem maior, e pagaria tanto que envia, quanto quem recebe, é um tributo complemente injusto. Um eventual retorno da CPMF iria afastar o cliente das carteiras digitais e causar um retrocesso, fazendo as pessoas voltarem a usar dinheiro em espécie, que por mim nem existia mais.

Bom mesmo seria se existissem condições reais pro fim do dinheiro e só existisse circulação de moeda digital. Com isso seria o fim da sonegação fiscal e da lavagem de dinheiro e de quebra acabariam ou diminuiriam crimes como roubo de dinheiro.

Eu não consigo imaginar onde, em qual cenário, um imposto seria uma forma de fiscalização.
As transações serão online, digitais, com rastreabilidade de 100% (é só vincular a necessidade do envio ser apenas para um CPF ou CNPJ).

Pra um imposto sobre movimentações financeiras ser justificado, apenas se o modelo tributário do país passasse de ser pelo consumo e tributasse a renda.

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@xavier, um dos principais “prós” do CPMF era a impossibilidade de sonegação, que permitia o cruzamento de dados com imposto de renda e movimentação de patrimônio para investigação de lavagem de dinheiro. Era um método infalível pra combate à corrupção e ao crime organizado.

Nosso sistema financeiro Já há anos tem sido vanguarda mundial, e agora com pagamentos instantâneos nos atualizaremos com o que há de mais moderno em meios de pagamentos no mundo. A idéia do BC é reduzir custo com numerário, evoluir os meios de pagamentos pra fazer frente aos ecosistemas de pagamentos como Alibana e Wechat, além dos brasileiros, como mercado pago e outros. Tirar concentração dos cartões de crédito (que não gostaram nada disso) e dos Bancos, permitindo que fintechs tenham mais espaço onde bancos ainda dominam. O melhor disso tudo vai ser pra nós, população usuária, que fará movimentação interbancária usando apenas contato, email ou CPF, sem termos que saber dados adicionais dos destinatários, 24/7 e provavelmente sem custo até algum valor. O pipoqueiro vai poder ter um QRCODE impresso no carrinho, suficiente pra receber de qualquer um, a qualquer hora, mesmo sem Internet. Vai ser a maior revolução desde a já defasada TED.
Não tem CPMF, nem corrupção nem cueca. É eficiência e competência na veia a serviço da população brasileira e do mercado de pagamentos, que será leve, eficaz e democrático. Viva!

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Banco Inter é uma fintech e existe desde 1994, sob outro formato.

Mal posso esperar para chegar no dia que poderemos falar: nossa, lembra naquela época que a gente tinha que esperar um dia pra cair o dinheiro de uma transferência, ou três para compensar um boleto bancário?

Espero que esse dia esteja logo aí com esse sistema. Na era do imediatismo, esse sistema será bem-vindo.

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