O Ubuntu Linux é tão popular que tem vários "sabores"; veja quais são

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Caramba, é tão legal ver o quanto esse sistema cresceu. Embora eu não seja exatamente um fã dele, particularmente ainda prefiro o modo roots, direto na mãe dele, o Debian, é interessante ver o quanto a comunidade se dedicou bastante em preparar vertentes específicas, aprimorá-las e não largar o barco no meio do mar. Como um usuário mais exigente, quando faço instalações para uso próprio acabo optando pelo Ubuntu Server, assim consigo configurar o ambiente somente com as ferramentas que eu realmente preciso, para ficar com o máximo controle da máquina nas minhas próprias mãos. Mas para quem tá começando agora, o Ubuntu padrãozão já atende bem, a não ser que tenha uma máquina zoada, aí tem que pegar uma distro mais específica para uso.

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Por mais que eu deteste essa fragmentação entendo a motivação.

Cada uma foi pensada para algum tipo de máquina ou usuário que precisa rodar alguma distro ubuntu-like e não quer ficar driblando as restrições nativas do Debian.

Pra rodar Cinnamon acho que o Mint se sobressai bem melhor, e é a mesma base das variantes do Ubuntu.

Tô usando o Ubuntu 20.04 praticamente desde o lançamento, não me arrependo. É a distribuição mais completa. Cheguei a usar o Linux Mint Mate (pra fugir da Unity) um tempo, mas eu não tinha mais paciência pra fazer alguns drivers específicos funcionarem, principalmente da minha mesa digitalizadora Wacom. No Ubuntu é só plugar e sair usando.
Não me arrependo de usar Linux por mais de 10 anos agora, desde adolescência. Tanto o Ubuntu quanto o Linux em si evoluíram muito. Uma distribuição que me deu muita vontade de usar foi a Pop!OS.

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Ubuntu… não. Já usei mas hoje passo longe. E alguém falou mídia física?

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Sei que vou ser apedrejado, mas para mim essa fragmentação só atrapalha o Linux, será que é realmente preciso de tantas variações de uma mesma distribuição? Se o Linux só tivesse umas 4 ou 5 distros, haveria um esforço muito mais unificado que tornaria o kernel bem mais popular para usuários e desenvolvedores. Para mim bastariam umas 4 ou 5 distros, cada uma visando um mercado bem específico:

  • Ubuntu: mercado doméstico/educacional/corporativo

  • Red Hat Enterprise Linux: servidor

  • CentOS Stream: supercomputador/workstation

  • kernel simplificado: IoT/sistemas embarcados

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kkkkkk vou começar o apedrejamento kkkkkkkkk

esse é o seu ponto de vista, eu já vejo por outro lado

eu vejo que essa fragmentação que faz o linux desenvolver por causa desses inúmeros sabores para inúmeros gostos.

Na sua lista, eu não uso o Ubuntu ou sabores ou derivados, o Ubuntu comigo, falando de mim, tem muito bugs e erros, o SNAP mesmo é um deles, cansei de instalar e não ser instalado ou não instalar e programa já está la na dock.

agora, você pega a diferença entre você e eu e aplica isso ao mundo inteiro de 8 bilhões de pessoas e só essas distro não vai ser suficiente, você pode achar besteira, mas se você restringir aqui na comunidade, aqui tem pessoas que prefere POP-OS, Gentoo ou Fedora, e vai ter gente que odeia o Ubuntu.

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Comprei um note Sony Vaio em 2010.
Formatei o Window$ 7 dele e coloquei o Ubuntu no lugar.
A wifi no Ubuntu, era mais rápida do que no outro $i$tema (detalhe, wifi sem suporte do fabricante).
A Realtek não fez o trabalho de casa.

Será que esse esforço seria mesmo mais unificado? Eu entendo o seu ponto, e é algo que me incomoda no Linux também. Mas sinceramente, é duvidoso pensar que uma redução das alternativas realmente levaria a um desenvolvimento de maior qualidade.

Eu pefiro pensar o seguinte: existem centenas de variações para agradar aos mais distintos públicos. Mas no fim, as distribuições que agradarem à maior parte dos usuários receberão maior apoio e consequentemente mais melhorias. Levando a um cilo virtuoso.

Eu mesmo comecei a usar Linux com o Ubuntu. Mas hoje para mim não dá mais. Acabei tentando insistir um tempo no Arch, mas por fim me aquietei com o Fedora. Para mim o Fedora de hoje é o Ubuntu de 8 anos atrás.

Mas essa é a minha percepção, pra quem discorda, tem uma miríade de opções por aí. Essa parece que ainda por um longo tempo vai ser a bênção e a maldição do Linux.

O fato é que depois de usar macOS e Windows por muuuito tempo. Hoje só uso Windows (por conveniência) no PC da sala para jogar, ele é o meu console. E no meu PC principal uso Linux.

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Sou usuário do Kubuntu. Atualmente tô no 20.04

Eu fui além dos colegas aqui…

Teimei em manter o último Ubuntu com a Unity (16.04) e o mantive até semana passada pois desde que comecei a usar a Unity, foi amor a primeira vista rs.
Pois foi então que aproveitei minhas férias e atualizei essa máquina para o 22.04 porém no sabor Unity! Não imaginei o quanto melhor deixaram o sistema: Muito mais fluido, rápido e com as mesmas funcionalidades de sempre, porém com um toque de modernidade do Yaru e da Unity “nova” 7.6.
Essa máquina em questão é um velho Lenovo G460 m380 Intel com 8GB de Ram. Nunca essa máquina ficou tão nova!

Não tenho dúvidas, a infinidade de distros só faz diluir o esforço da comunidade. Com poucas distros, mas com finalidade bem definidade, haveria uma quantidade muito maior de devs trabalhando focados em um mesmo projeto, de tal forma que bugs seriam corrigidos e recursos adicionados muito mais rápido.

Como exemplo posso citar emulação do GameCube/Wii e PS2, que basicamente só tem um emulador bom de cada, o que concentrou os esforços dos devs e fez com que esses emuladores estejam extremamente avançados hoje em dia. Aí você pega o Nintendo 64, que tem uma porrada de emuladores disponíveis, e mesmo sendo um sistema mais antigo e mais simples que o Dolphin e PCSX2, até hoje não é emulado tão bem quanto os dois primeiros.

E eu acho que esse enxame de distros só faz afastar o usuário mais leigo e as empresas de software, o que explica em parte o market share pífio do Linux no PC. Eu sei que o Linux é só o kernel bla, bla, bla, mas por mim enquanto não houver foco em qualidade em vez de quantidade, Linux vai continuar sendo margem de erro em OS para computador.

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já ouvi isso de outros usuários sobre o fedora em relação ao Ubuntu e até concordo, hoje o fedora está muito fácil de utilizar e tem muito mais estabilidade do que o Ubuntu.

kkkkkk e também comecei com o Ubuntu, o 12.

O problema é fazer a comunidade ficar focada em único projeto, convencer as pessoas que seu esforço e tempo seja direcionando a único projeto linux, ainda mais linux, já que a as filosofias de cada distro se encaixa em cada pessoas. O pessoal do software livre não gosta do Ubuntu porque acha que é uma enganação, porque é uma empresa e não desenvolve para uma empresa. Tem pessoas que prefere o debian pela estabilidade.

É tanta coisa e tanta distro com filosofias diferentes e públicos diferentes, que eu duvido disso acontecer algum dia

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Uso somente Linux em casa tem 12 anos, comecei no Debian, depois Ubuntu (todos) , Fedora, Suse,Manjaro, gostei muito do Suse e Manjaro, e acabei voltando pro Ubuntu por enquanto é ele, e sobre o Unity eu era completamente apaixonado por ele.

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Primeiramente, eu acredito que você não saiba como funciona o desenvolvimento dentro da comunidade Linux/OSS.

Do jeito que você diz é como se a existência de uma distribuição implicasse na diminuição de esforços de outra, sendo que as pessoas que contribuem são porque se identificam com aquele projeto.

Se existissem menos distribuições, talvez até houvesse mais esforço nos projetos principais, mas e quanto as pessoas que simplesmente preferem outras alternativas?

Em seu ponto de vista, a liberdade (que é o principal pilar do Linux) deveria ser sacrificada em prol de uma suposta união de esforços, e isso, é uma visão egoísta.

As pessoas são livres para contribuir para aquilo que as interessa, ninguém é obrigado a contribuir para o Ubuntu ou qualquer outro projeto. Isso tem a ver com querer e não com variedade de opções.

Não é porque um projeto lhe atende que necessariamente ele me atenderá também (pensamento que deveria ser intuitivo).

Talvez pense que as distribuições Linux são todas iguais e podem satisfazer todo mundo igualmente, mas posso te assegurar que não funciona assim.

Mais um equívoco de sua parte. O desenvolvimento de distribuições Linux nada tem a ver com o desenvolvimento de pacotes de terceiros.

São projetos distintos com finalidades distintas. As pessoas que contribuem e desenvolvem para emuladores não são as mesmas que contribuem para o kernel Linux ou que desenvolvem distribuições, são conhecimentos distintos. Não há correlação.

Quanto ódio pelo pinguim, rapaz. Pelo visto, você já possui uma forte convicção sobre o que pensa.

Os colegas @ivanilton e @plutao já tentaram lhe elucidar, mas a situação não parece ter progredido.

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Mais popular do que o Kernel já é? O Kernel Linux é o projeto mais bem sucedido da história, dominando todo o IOT, dominando a parte de servidores e celulares (Só nessa parte, ele está presente em mais de 80% dos aparelhos vendidos no mundo).

Se ele pode ser mais popular que isso, só se for para o levar ao espaço…ah já foi também…

Acho que você está confundindo tudo em seu comentário por desconhecimento de como funcionam projetos open source e, principalmente, o Kernel Linux.

Podem existir 100 distribuições Linux, mas todas as melhorias e inovações que fizerem no Kernel, serão recebidas pela Linux Foundation e consideradas na implementação, não a toa, centenas de empresas (Inclusive Microsoft) contribuem com a evolução do código.

Se uma distro linux não contribui em nada com o kernel ou os softwares embarcados, então mesmo que ela não existisse, a pessoa por trás não iria contribuir, pq provavelmente não é um desenvolvedor apenas alguém que empacotou algumas coisas e fez uma remasterização.

Agora Canonical, Red Hat, System76, Microsoft, Google, IBM, etc, todas contribuem com o Kernel Linux e softwares open source co-relacionados, mesmo que elas tenham suas próprias distribuições.

Em um paralelo ao seu raciocinio, seria o mesmo que dizer que o Edge, Brave, Opera precisam deixar de existir para não “diluir o esforço da comunidade”

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Ew. Ubuntu! Tem de ser Slackware ou Arch Linux. Quem usa Debian e Gentoo nem é gente.

Melhor mesmo é o FreeBSD, depois que tu consegue configurar a desgraça.

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Kkkkkkk tá me rebaixando kkkkkk

Esqueci de completar “popular em computadores”, realmente no restante o kernel Linux domina. Enfim, não sou hater do Pinguim como o outro me acusou, só comentei que não vejo vantagem nessa fragmentação no PC, e nem que os devs deveriam ser obrigados a colaborar com poucas distros, só isso. #paz