O hype do metaverso não morreu, mas a ideia segue em busca de sentido

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Muito boa a matéria.

Essa história de Metaverso só irá vingar se houver funcionalidade prática na vida de uma pessoa, e o que o Mark está mostrando não passa de apenas um jogo de computador. Se isso se resumir o metaverso, isso será só hype, pode ter adeptos, mas não se sustentará.

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Baita texto, Alecrim!

Acho que já comentei isso antes, mas forçar o metaverso no público não deu boa. Eu lembro que logo que o Zuckerberg deu aquela guinada, tava todo mundo querendo metaverso e era uma bagunça. A Heineken até fez piada com isso criando a sua cervejaria no metaverso.

No momento, me parece que algumas empresas ainda querem forçar o metaverso como espaço de interação que ninguém pediu. Como eu disse pouco depois do “grande anúncio da Meta”: o que é isso? Rune Escape com VR?

Ainda tenho a sensação que a enorme parte das propostas de metaverso são “jogos” com VR. Todavia, Nvidia e Hyundai mostram que o espaço de digital twin é uma maneira de dar propósito para a tecnologia.

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flopverso.

Acho que contribui para essa desaceleração do papo sobre metaverso a grande quantidade de “empreendedores” que vendem a ideia associada a outras tantas buzzwords sobre o futuro da internet. Metaverso entrou num ensopado junto com web3, cripto, NFT, e o interesse nessas coisas foi caindo ao longo do ano passado à medida que ficava claro que as previsões não tinha muita base. Em comparação, o interesse em ferramentas de IA cresceu (Midjourney, DALL-E, ChatGPT etc.), e os usos delas (bacanas ou problemáticos) são bem claros. Me parece que esse vai ser o novo hype que tomará, pelo menos por algum tempo, o lugar do metaverso.

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Para mim o metaverso já existe, basta você entrar num servidor de Minecraft popular que você já tem um mundo inteiro virtual lá, com direito a objetos, terrenos, economia e várias pessoas do mundo todo para você interagir.

Empresas ou quaisquer pessoas que quiserem trazer suas operações para o virtual já podem usar toda a base do game ou então criar novas soluções utilizando mods e ferramentas de terceiros.

Mas brincadeiras a parte, não vejo esse conceito indo para além disso no curto e médio prazo. Acho que temos prioridades bem mais realísticas para investir alguns bilhões nos dias atuais do que tentar fazer todo mundo viver numa emulação com recursos piores que a de um game de blocos pixelados e que necessita de um aparelho caro que causa náusea em 5 minutos.

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