Netflix terá série sobre casal acusado de tentar lavar US$ 4,5 bi em bitcoin

Achei interessante um artigo que li em outro site sobre como essa tentativa de lavagem de bitcoin mostra como não fácil nem simples lavar criptomoedas.
Aparentemente esse casal usou várias das táticas disponíveis para ocultar os rastros da moeda, inclusive usando tumblers e chain-hopping com moedas, em tese, bem mais privativas do que o bitcoin (que está longe de ser uma moeda privada ou mesmo anônima). Mas mesmo assim os agentes da receita federal e da Justiça dos EUA conseguiram rastrear e acusar o casal.

Enfim, o bitcoin, pelo menos, parece estar entrando no sistema financeiro vigente como apenas mais um ativo e seguindo a mesma lógica, com um pequeno grupo detendo a maior parte dos ativos disponíveis e segurando para especular enquanto a maioria detém o resto que sobra e fica com o ativo sujeito ao bel prazer da vontade dessa minoria.

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Interessante como esse mote nunca sai de moda.

Quando você olha com detalhes como criptomoedas operam e todo o conceito de rastreabilidade que elas possuem, é fácil entender como a mesma tende a ser um pesadelo pra ser usado como artificio de lavagem de dinheiro, devido aos inúmeros logs que cada moeda deixa a cada transação, só bastando às autoridades ligarem os pontos pra suprir a falta de nomes responsáveis.
A piada de criptos serem lavagem de dinheiro vem mais graças a todos os esquemas de pirâmide que usam o nome das criptos como chamariz, usando a grana de inúmeros otários pra lavar um dinheiro sujo.

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Não sei nada desse caso além das chamadas de matérias, mas vai ser interessante de assistir. Aproveitando, indico o documentário “O golpista do Tinder” na Netflix, que nada tem a ver com o assunto, mas mostra em detalhes como o cara aplicava os golpes nas pessoas. É muito surreal de tão interessante.

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