Ministério da Justiça pede exclusão de mais de 400 contas do Twitter após ataques em escolas

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E não me surpreenderia se mesmo depois do rolo com o Substack, o Twitter Musk falar que não vai excluir contas do Twitter porque isso fere a liberdade de expressão.

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Lembrando que o autor do ataque em SC já tinha sido preso diversas vezes por crimes graves e estava solto. Ou seja, bloquear perfis nas redes sociais enquanto outros bandidos estão em liberdade não adianta nada

Claro que adianta, limita a divulgação e o surgimento de novos terroristas, já que eles surgem por redes sociais (pelo menos o garoto de SP). Cara, isso é tão óbvio…

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tem uma meteria do globo mostrando exatamente isso que vc falou.

@anon48143957 isso é psicossocial, bloquear esse tipo de matéria evita que chegue em pessoas pré dispostas a cometer essas loucuras, inclusive que tem um canal só deste tipo já deveria está sendo vigiado pelo governo

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Tinha que rastrear essas pessoas e prender todos, liberdade de expressão uma ova. Tudo tem limite e quando se passa deste limite, quando a sua liberdade de expressão começa a ferir a liberdade de outra pessoa, não tem essa.

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Hoje começaram a subir a tag “Twitter apoia massacres” e o próprio Twitter derrubou ela dos trends. O Musk tem um conceito próprio de liberdade de expressão dentro daquela cabeça doente dele.

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Os amigos já te responderam, mas importante mostrar um exemplo prático de que mesmo o autor do ataque em Blumenau ser um “caso isolado”, a “comunidade” que já defende esses crimes e vangloriam os autores do massacre de Columbine se “inspira”.

Sério, eu tive que mergulhar nas buscas do Twitter e vi publicações que eu não chamaria nem de esgoto. Esgoto é menos insalubre do que aquilo. Aliás, ameaça também é crime. Art. 147 do Código Penal.

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@felipefreitas @123 Vocês tem razão, o ideal para diminuir esse tipo de ataque é prender o indivíduo ainda na fase de planejamento do crime. Mas também é importante manter na cadeia:

Embora tenha sido detido pela polícia ao menos 4 vezes, Luiz Henrique seguia em liberdade. A 1ª passagem do suspeito foi registrada em 20 de novembro de 2016, depois de ele se envolver em uma briga em uma casa noturna de Santa Catarina.

Depois, em 2021, foi preso ao esfaquear o padrasto. Voltou a ser detido por policiais em 11 de julho de 2022 por posse de cocaína. Em 8 de dezembro de 2022, Luiz Henrique quebrou o portão da casa do padrasto, invadiu a propriedade e esfaqueou um cachorro.

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Amigo, você continua fugindo do propósito das ações de exclusão de contas (e do tópico): evitar que “inspire” outros ataques. Fora que a notícia do Poder360 foge do que é defendido sobre esse tipo de cobertura. Não é para divulgar nome dos autores e nem imagens. Isso fomenta a “cultura” de idolatria aos ataques.

Não é prender o indivíduo na fase de planejamento. É não fomentar. Não vivemos no Minorty Report.

P.S. Ninguém aqui em nenhum momento disse que foi certo ou errado o relaxamento da prisão do autor em crimes anteriores. Atente-se ao tema.

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Não sou contra, mas esse bloqueio é uma medida tão rasa para um problema tão complexo, lembro que antes a discursão era “proibir jogos violentos”, por mais que hoje a maioria dos especialistas não veem com uma medida que vai impactar, volta e meia retorna como tema nos noticiários após alguma fatalidade no EUA.
Parece uma medida para falar “olha estamos fazendo alguma coisa” já que não temos ideia do que fazer

Agora queremos proibir contas que incitam os massacres, legal, concordo, mas pera aí, já proibimos contas que estimulam o nazismo, por que essas pessoas, geralmente, estão agindo sob estímulo desses grupos extremistas?

Espero que medidas melhores sejam tomadas

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