LG anuncia tela OLED EX com brilho até 30% maior graças ao deutério

Começo a me perguntar se vale tanto assim continuar a levar o OLED até a borda da tecnologia, quando teoricamente o MicroLED é melhor em tudo. Caro por caro, pelo menos o MicroLED tem a garantia de não sofrer de burn-in como o OLED em TVs.

A pouco tempo se falava de rumores da Apple adquirir painéis OLED com dupla camada, pra elevar a vida útil e brilho do painel. Ao que parece a Samsung recusou o pedido, porque pra ele não seria viável caso não tivesse escala para o longo prazo. Como a LG não está podendo perder mercado pra uma chinesa, ao que parece ela aceitou, resta saber se esse OLED EX vai ser o padrão como evolução da tecnologia, ou apenas uma modalidade limitada. Mas ainda assim espero ansioso pelo MicroLED.

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O problema é que a Samsung prometeu suas TVs MICRO LED (assim mesmo, em maiúsculas) para 2021, mas, até agora, não há uma data de lançamento.
Fora que ainda é improvável a Samsung jogar a toalha na guerra do HDR dinâmico e implementar Dolby Vision nas suas TVs (em substituição ou somado ao HDR10+), com os boatos do HDR10+ Gaming - a Samsung é a maior fabricante de TVs do mundo e a eventual conta do licenciamento pra Dolby seria bem alta.

Resta saber se vão anunciar as primeiras TVs QD-OLED (já que as QNEDs “de verdade”, com nanotubos quânticos, e não a QNED MiniLED da LG - sua equivalente à Neo QLED - ainda vão demorar) na CES.

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