Grupo B2W NÃO quer comparação de preços ativada em suas lojas

Hoje o BRKsEDU, que tem uma extensão pra comparar preço e aplicar cupom de desconto, postou na aba de comunidade no Youtube dessa nova política adotada pela B2W de não permitir comparadores de preço:

Recado IMPORTANTE pra usuários do Bilômetro: o grupo B2W - Americans, Submarino e ShopTime - NÃO quer a comparação de preços ativada em suas lojas.

Portanto, optamos por NÃO trabalhar mais com eles enquanto mantiverem essa postura, já que valorizamos transparência.

Fizeram um comentário lá que me deixou pensativo enquanto consumidor brasileiro: “Deve ser porque está chegando a data de aumentar os preços gradativamente, pra passar desapercebido na Black Fraude.”

Acho que é uma pauta interessante pro Tecnoblog. E para o consumidor é uma coisa pra se ficar de olho e não confiar nessas lojas.

Fonte e texto completo: BRKsEDU - YouTube

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A Kabum fez isso uma época… e eles realmente inflaram os preços.
Não sei se dá para culpar a Kabum pois foi na época que o dólar disparou.

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Que nem os programas de cashback que só pode usar o link deles, com preços inflados

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Políticas de preço à parte, ainda é uma das redes de lojas mais confiáveis que tem no BR. Se quiser “boicotar” por conta dessa política, é um protesto muito válido, mas to pra conhecer loja que não aumenta preço perto de época de promoção.

O f*oda da kabum é q quando o dólar sobe ela aumenta o preço até de produto em estoque, mas quando abaixa o preço se mantém pq “o estoque foi comprado com preço alto”.

Magalu faz exatamente a mesma coisa, não é nenhuma novidade.

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Agora fiquei com uma dúvida jurídica.

A B2W n quer que outra pessoa utilize seus dados públicos, se esta terceira pessoa insistir em utilizar estes dados públicos da B2W, a B2W poderá processá-la?

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Eu não sei se vale para dados como preços de produtos, mas nem tudo que é público é livre pra uso.

Por exemplo alguns bancos de dados usados pra Machine Learning tem licença livre para uso acadêmico mas é necessário comprar licença para uso comercial.

Se essa diferenciação de licenças for possível também para informações de preços nesses sites, então imagino ser possível sim processar por quebra de licença.

Como essas soluções funcionam no formato de extensões do navegador e sobrepõem informações em cima do site da empresa, ai tem alguma margem para questionarem ela.

O que eu gostaria hoje de ver é alguma solução de software livre que capturasse e armazenasse os preços, rodando na minha maquina, fora do navegador, um software desses seria muito mais difícil das lojas questionarem judicialmente, afinal ele só faria o mesmo que se eu abrisse o site e anotasse o preço em uma planilha, os dados são só meus e offline, sem compartilhar com ninguém.
Tá ai uma boa ideia de se implementar para a blackfraude.

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Como se isso fosse funcionar pra extensões mais obscuras e que não seguem sites nenhum. Não vão fugir de análises de preços não, chorem mais.

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Você provavelmente consegue escrever um script em python que faça isso.

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Estou desconfiado… será que não é porque a comissão que a Americanas (esqueça o nome “B2W”, pois agora ela se chama “americanas s.a.” e está absorvendo as operações físicas da Lojas Americanas S.A.) paga não é mais tão vantajosa pro BRKsEDU (ou pra Mosaico, dona do Zoom, Buscapé e agora também do Vigia de Preço, que fornece - ou fornecia? - a estrutura para todos esses comparadores de preço de YouTubers. além do ConfieAqui, o comparador do ReclameAqui)? Talvez porque a Mosaico está lançando sua própria plataforma de cashback?

Bem, realmente pode ser isso que você falou. Mas dado o histórico da Americanas/B2W vs o histórico do BRKsEDU, eu acredito muito mais no Edu do que na Americanas.

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Casas Bahia ontem e hoje no app do Inter com 17% de cashback, fui olhar o ar condicionado que eu queria e tava com uma diferença de 600 reais a mais no app do Inter para ter o cashback kkkkk hoje ainda não to pra otário

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Google Shopping funciona como um comparador. E aí, vão proibir os resultados de aparecer lá também?
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Mas as lojas se não me engano podem optar por não participar da busca. Provavelmente similar ao que acontece com resumo de notícias, que o Google faz highlight de algum trecho relevante a pesquisa.

Sim, o ponto é que se querem sair de todos os comparadores teriam que sair do Google também.

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Não vejo como se quisessem sair de todos, apenas dos que podem ter visibilidade negativa pra empresa.

Pois é, o que o grupo não quer?
Comparadores ou monitores de preço?
Comparador vai pegar o preço de várias lojas e comparar.
Monitor vai monitorar a variação do preço ao longo do tempo e informar a variação.
E, claro, existem serviços que fazem ambos.

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Tem nada a ver com Black Friday, que loja que gostaria de alguém gritando pro cliente “Compra aqui não, que na loja do outro lado tá mais barato!!!”

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Ao meu ver o problema nem é os comparadores de preço, e sim os que mantem registro do histórico de preços individual de cada loja, assim podendo apontar as fraudes nos descontos da blackfriday. Pode ver que vários sites só mostram o menor preço, mas não qual loja estava com aquele preço.

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As lojas que lutem kkkk
mas mais sério, não é só preço que decide uma compra. ou não deveria ser.

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