Grupo antipirataria com Netflix, Disney e Amazon se expande na América Latina

Eu não consigo ver piratara como algo complicado de se combater.

Basta baixar os preços e pronto. A pirataria baixa a níveis insignificantes.

O povo quer manter preços ou aumentar e não quer pirataria. Pura burrice

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Queria ver um filme no natal e eu assino o serviço de streaming mas
O filme não estava disponível no Brasil
Não teve jeito, fui de pirata para assistir um filme q tem no streaming

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Fora que eu nunca tomei conhecimento de uma gigante dessas que foi à falência por causa de pirataria, que existe desde sempre.

Ao invés de oferecer bons preços e focar na experiência do usuário, cada um quer ter seu serviço de streaming, cheio de restrições e cobrando uma pequena fortuna mensal.

Eu assino 3 serviços e troco a senha de um deles por +1. O que eu quero ver que não está aí, pirateio sem peso na consciência.

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A maior solução contra a pirataria são os preços baixos e as promoções. Assino o Combo+ da Disney e o Globoplay+canais ao vivo. Mas os preços aumentam ano após ano, o que atrai mais gente para a pirataria, devido aos custos de manutenção do serviço.
O que acho é que, com o eventual foco no lucro e a inclusão de anúncios em serviços de streaming PAGOS vão afastar gente dos serviços.

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Somente pirateio séries que não estão disponíveis no Brasil de modo oficial. E jogos de consoles Nintendo. Mas a pirataria estará sempre ativa.

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Os serviços não querem dar foco na experiência do usuário por um prelço justo e depois ficam se lamentando da existência de pirataria. Pode ter certeza que se esses preços, conteúdo e tudo mais fosse corretamente ajustado a pirataria teria um baque. Mas cada centavinho garantido é melhor que jogar metade do dinheiro na janela e esperar que os pássaros tragam o dobro.

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Hoje considero a pirataria de músicas um problema superado. Por um simples motivo: todos os streamings de áudio são igualmente excelentes. Você escolhe um ou outro mais pela experiência do que pelo catálogo.

Do lado dos filmes, você tem uma dezena de serviços mutuamente excludentes. Quem não tem condição de assinar todos por centenas de reais, fica sem muita opção. E mesmo que você tenha condição de ter todos, ainda pode esbarrar na possibilidade do filme existir mas não estar disponível no seu país por questões obscuras de licenciamento. Aí o jeito e subir no navio pirata como antigamente.

Acho incrível como os estúdios preferem não lucrar de jeito nenhum do que disponibilizar seus títulos nos outros serviços pras pessoas assistirem legalmente e receber royalties por isso.

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Claro, tem alguns fatores que devem complicar um pouco a conta, como vídeo ser exponencialmente mais caro de produzir do que música (o que carece de fontes, confesso), mas até aí, vemos uma Microsoft fazendo assinatura de games a um preço mais camarada, numa mídia cujo gastos de produção equivalem a TV e cinema.

Apesar da indústria da música também ter seus demônios (leia-se: a ânsia absurda dela querer controlar copyright a níveis draconianos), na parte de licenciamento a gente não tem o que reclamar. Muito porque música em si sempre foi criada para acomodar uma gama de mídias de reprodução que viviam em constante evolução, partindo do vinil, indo para os cassetes, pulando dos CDs aos MP3 e hoje streaming. Hoje, o produto oferecido é o lugar comum, e os serviços de streaming precisam se focar em diferenciais para atrair cliente, como podcasts, músicas com alta fidelidade, experiencia de uso e por aí vai.

Enquanto os produtores de conteúdo vídeo continuarem sonhando em cada um fazer seu jardim murado com suas obras, a pirataria sempre comerá pelas beiradas.

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Minha teoria é que só estão preparando o terreno pro futuro que com IAs e outros sistemas será bem mais simples reduzir a pirataria, dessa forma podem cobrar caro nos planos e agradar os acionistas ou finalmente ter lucro.

Eu tenho conta nos principais serviços de streaming, ainda sim eu gosto de piratear, fazer o processo de baixar o arquivo e guarda-lo.

Música eu só consumo no formato mp3, tanto pela questão de “posse” do arquivo quanto pelos artistas que não estão nas plataformas. No streaming de música ainda tem o problema de músicas saírem do catalogo.

Sim é. O problema do streaming de vídeo é que eles querem só os mesmos clientes de sempre.

EUA, parte da AL EU e parte da Asia.
O resto que se dane! Ou seja eles não desejam crescer para lucrar mais na quantidade

O pessoal também não sabe criar mais produtos em roda das produções de streaming. Cinema consegue vender mais coisas - camisetas, bonecos.

piratear é o processo de vender o produto.
Disponibilizar de graça não vejo como piratear mas da pra por na conta.
Vc só guarda

Luta perdida. Guerra perdida.
Enquanto uns lutam outros fazem oportunidades. Nenhuma empresa faliu por causa da tal pirataria. Tudo isso é show pra inglês ver e aplaudir, hoje virou moda demonizar a pirataria como o mal do século. Agora olhar em como combater nos preços necas.

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Com a regulamentação das redes no ano que vem… acho que consigam fazer diminuir muito isso.