Google Assistente ganha vozes vermelho e laranja contra rótulos de gênero

Patético.

10 caracteres

15 curtidas

A voz é de HOMEM ou MULHER, realmente simples. É apenas o google que está preocupado com a orientação sexual de suas vozes. Eles são estranhos…

Mas dito isso… a voz do cara está OTIMA. Finalmente não robotizada. Eu realmente prefiro voz feminina mas… cara, boa demais a voz desse cara. Troquei nos google da minha casa.

8 curtidas

E pior é tratar como estereótipo. Fica parecendo que falar homem ou mulher é algo depreciativo.

13 curtidas

Na verdade é uma iniciativa coletiva das empresas de tecnologia. Começou com algumas adaptações para substituir certos termos, como golden master, que virou rerelease candidate. No iOS, as vozes da Siri também foram renomeadas para voz 1 e voz 2.

2 curtidas

em todos os sentidos.

1 curtida

Cara, cada um com sua luta e tal, mas qual o sentido de dar tais proporções a coisas assim? Homem e mulher não é nada preconceituoso, não é desrespeitoso nem nada, mas por 0,5% da população que não se identifica com esses gêneros vamos mudar tudo?

Acho que o ideal seria a gente conviver com as diferenças, e não tentar mascará-las. Temos pessoas que se consideram homens e mulheres, ótimo, nenhum problema em tratar vozes de homens e mulheres como masculinas e femininas, isso não deveria ofender ninguém.

10 curtidas

Já sei que foi necessário só de ver os comentários aqui de cima.
Estereótipo de gênero não é algo depreciativo, é apenas o que diz o próprio nome: um estereótipo.

6 curtidas

Se não é algo depreciativo, qual o problema? Se 99% das pessoas do mundo se encaixam em um padrão, qual o problema de usá-lo, já que isso não é depreciativo ou que ofende o 1%?

3 curtidas

E qual é o problema em mudar, se isso não importa? Não vi ninguém comentando (a melhor parte pra mim) que vão distribuir aleatoriamente a voz vermelha e laranja, 50/50, pra apagar com essa história dA Secretaria.

6 curtidas

Eu entro aqui só pra ver o pessoal preconceituoso reclamar que “isso não é necessário” ou que “isso é bobeira”.
Se, de fato, não é algo com que se preocupar, por que reclamar da mudança?
Isso só comprova o quanto mudanças desse tipo são necessárias.

11 curtidas

Talvez não seja pra você, mas pode ser pra alguém. É o mesmo caso da lista branca e lista negra, q são termos já defasados e removidos em vários sistemas.

A tecnologia é feita pra todos.

Trocar pra vermelho e laranja iria abranger 100%, ao invés dos 95%. Pq não?

6 curtidas

Vim comentar como o aplicativo do Google Home é confuso e me deparei com um bando de gente preconceituosa que acha que medidas como essas são desnecessárias simplesmente porque não é a dor deles. Só decepção.

6 curtidas

Alguma previsão de mais vozes/cores em português no Google Assistente?
Ou de vozes diferentes na Alexa?

Será que muda a voz no Android TV também?

Acho a iniciativa do Google louvável, porém usar cores para opções de fala não me parece a opção mais intuitiva para os usuários, como o @Douglas_Knevitz comentou, optar por Voz 1 e Voz 2 me parece mais lógico.

Para piorar o Google ainda usou 2 cores similares, dificultando a acessibilidade visual, sendo que o laranja nem se quer faz parte das cores da logo da empresa. Poderia ser verde e amarelo para dar melhor constraste.

4 curtidas

Nunca vi tanto preconceito com “Masculino” e “Feminino”. Continuem alimentando esse monstro que daqui algum tempo será considerada uma ofensa ser simplesmente um homem ou uma mulher.

3 curtidas

É pq essa turma defende que estes estereótipos “não existem” e são, em verdade, construções sociais IMPOSTAS pela sociedade de uma forma muito OPRESSORA. Portanto, verde e laranja não oprime ninguém! Até a escolha das cores são neutras, pois, se fosse AZUL e ROSA já estaria, mais uma vez, construindo toda essa cultura de opressão e violência com aqueles que não se identificam nem com azul, nem com rosa, nem com homem, nem com mulher. Entendeu? É por isso que a galera está falando TODES (ao invés de TODOS e/ou TODAS)… a humanidade está “evoluindo” cara, você tá vendo? rs

1 curtida

O problema é que usar o “ser ofensivo para alguém” como parâmetro para suas decisões é uma péssima escolha porque ele é extremamente subjetivo.

Tem que ser ofensivo para quantas pessoas para justificar deixar uma opção de lado? 5% da população? 10%? 50%+1? Qual o parâmetro pra definir esse valor?
Se eu me sentir ofendido por +A e você se sentir ofendido por -A, quem tem prioridade no momento da escolha? E por qual motivo? Quem falar mais alto? Ou quem tiver potencial pra trazer mais retorno financeiro? Ou vai medir o nível de ofensividade de alguma maneira?
Vai ignorar alguém que diz ser ofendido por algo alegando que essa pessoa está só tentando causar e não está falando a verdade?

Tudo pode ser transformado pra perder a intenção original.
Com cores você pode atribuir posicionamento político, etnia, orientação sexual, sentimentos. Com números ou letras avulsas você pode atribuir hierarquia. Com nomes você pode atribuir gênero também.

Então qualquer forma de distinção pode sofrer ataques, por mais que no momento da escolha não pareça possível. Eu chuto que a distinção entre homem e mulher é um exemplo disso.

4 curtidas

Quem vai definir é quem se mobilizar pra dizer que quer mudanças… E, pelo sistema capitalista, as empresas decidem o que elas bem fazem né!