Facebook, Twitter e YouTube tentam conter vídeo sobre cloroquina compartilhado por Trump

A comparação server para demonstrar o efeito destrutivo de uma mentira, em muitos tribunais de paises sérios se você mentir (por isso há um juramento de dizer a verdade) vai arrumar um grande problema na sua vida, tanto que no depoimento das bigtechs agora, muitas não negaram as ações, só desviaram o assunto e omitiram, porque mentir é um big problema. Aqui no Brasil, basta assistir um jornal e ver um politico falando, não generalizando, que vai presenciar um monte delas. Mesmo em julgamentos se o acusado mente a pena não aumenta, por isso mentir sm punição compensa. Crescemos em volta de uma mentirinha não faz mal a ningém, quando na verdade muitas fazem. Fake news é mentira, dizer que remédio X cura algo que não cura, é mentira. Mentir não deveria ser legal, assim como roubar, e a pessoa que mente muito mergulha na mentira e depois de um tempo acaba enganando até a si próprio, e da mentira vai evoluindo para outras coisas. Você pode acreditar em duendes, falar que existem, até defender a tese que existem, porque é uma crença, nenhum estudo provou que não existe, também que existe, portanto falar que duende existe não é mentira (outro exemplo). Muitos se apóiam na ignorância, realmente acreditam em algumas coisas, como terra plana por exemplo. É uma mentira ruim, mas até onde sei não causou nenhum grande mal que justifique combater com força, mas deveria ser combatida também, bom, estou me alongando, fato é: Dependendo da circunstância, mentir é crime, como o exemplo que usei. Antes de descobrirem que fumar faz mal, essa frase que usei no post anterio não era mentira, mas só ignorancia. Hoje é mentira e com consequências.

Pessoal, a Cloroquina é um medicamento para tratar Malária, que doença causada por um protozoário, nem vírus é, ta longe disso. Covid é um vírus. Annita é outro medicamento que estão receitando por aí, é medicamento para verme, verme não é vírus, não espalhem fake news.

@Tulio também defendo a liberdade, entendo suanpreocupação, mas mentira não.

Amigo, convivo com idosa e um de meus médicos ajudou a montar hospital de emergência para atendimento de pacientes com corona. Ele não não teve nenhum problema em prescrever também a Cloroquina para tratamento e afirma que foi isso que salvou muitos dos pacientes. Nem precisa ir longe, qualquer um com plano de saúde conseguia o medicamento enquanto justamente a população mais carente era enviada pra casa pra tomar remédio pra gripe e só vomitava a ser atendida quando já estava em estado grave.

Os efeitos colaterais só se tornavam perigosos em altas doses e/durante isso bastante prolongado, o que não é o caso do COVID. Se você quiser um medicamento que não possua nenhum efeito colateral, sob nenhuma circunstância, boa sorte.

E você está ganhando daquele estudo que a própria OMS voltou atrás por irregularidades. Descobriram que até atriz porno fazia parte da equipe de pedidos O Parabéns é pra você.

Sobre o uso da máscara, não precisa ser um gênio pra ver que está não está sendo implementado da maneira que deveria: evitar que contaminados repassarem a doença para pessoas saudáveis. Daí a imposição indiscriminada do uso. Na minha cidade o prefeito agora impôs multa para quem não usa com a desculpa que surgiram 5 novos casos, sendo que só um na capital e os outros 4 em outras cidades. Mais uma maneira de arrecadar e dane-se a realidade ou a lógica.

Epidemiologistas que “previram com certeza” um milhão de mortos a agora postam “que nunca foi bem assim”? Ou então aqueles que exigiram quarentena indiscriminada, mas que iam pessoalmente a programa de tv, sem máscara, porque no caso deles, a própria regra não se aplica. Ou o professor inglês em quem foi baseada essa quarentena ultra abrangente, mas depois foi pego fugindo várias vezes pra se encontrar com a amante, sem nenhum problema de consciência.
Mesmo comportamento visto em jornalistas e celebridades, flagrados em praias ou praticando atividade física ao ar livre, sem máscara, enquanto cobravam atitude diferente dos outros. Sem dúvida, todos profissionais de alto gabarito. Melhor das sortes pra quem se guiar por essa gente.

Se fosse “apenas” uma questão patente de censura, já seria grave. Pior ainda quando se brinca com a saúde dos outros, na cara-de-pau.

Parece uma novela esse texto, quanta criatividade, podia usar para o bem. Quase todas as pessoas convivem com idosos e conhecem um médico, estamos chegando no mundo em 1 milhão de mortos. A mascara é para ser usada quando e se precisar sair e ter contato com outras pessoas, não é acessório de moda para levar a praia ou role com amigos ou usar no trampo. Eu não sei qual parte do ficar em casa as pessoas não entendem. Triste.

O nome terapêutico de uma droga restringe e muito o sentido que ela pode ter do ponto de vista pleiotrópico. A nitazoxanida (Annita), por exemplo, tem atividade não apenas contra “vermes”, mas também contra vírus respiratórios ou intestinais in vitro, mesmo não sendo uma recomendação de bula ou amplamente testada in vivo.

Temos exemplos de pleiotropismo com AAS, estatinas e inúmeras outras drogas.

E de novo, não é sobre cloroquina.

Mas então, ok, só para ficar mais claro o ponto de vista, sobre liberdade de expressão: você defende que uma informação, mesmo inválida, mentirosa, seja mantida quando contrariada por entidades de saúde e autoridades pode causar problemas em massa?

O ideal é que ela seja mantida sim. Porém com um layout que deixa claro que a informação não
possui fonte confiável, ou está associada a fake news. E junto contivesse um link ou texto que levasse o leitor para a fonte confiável e que desminta a fake news.

Só censurar a fake news não faz ela deixar de ser fake news, pelo contrário, só se reforça ainda mais a desinformação. Quando se mantém esse conteúdo, mas em simultâneo fornece meios de divulgar a notícia verídica, consegue-se assegurar que quem leu essa fake news, também terá acesso à real informação.

Um vídeo do YouTube por exemplo, existem algoritmos que entendem o que está sendo dito no vídeo, por meio disso o próprio YouTube pode inserir um banner que coloca esse vídeo listado como não confiável e Junto um link para uma fonte confiável. Assim o expectador passa a ter acesso a os dois lados, e cabe a ele julgar.

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Sim, defendo.

@Tulio entendi, respeito seu ponto. Já eu penso que o mal que essa informação causa ideser irreversível pela questão em si “saúde”, não é uma mentirinha tipo Terra Plana. Não entendo como censura nesse caso, e sim um serviço de bem publico. Se a informação for verdadeira, tiver provas que é, não tem erro, ela volta a ser publicada é simples. @Douglas_Knevitz essa solução é a ideal, ou seria, mas as pessoas, muitas que conheço, até na minha familia só lêem manchetes, títulos e com base nisso repassam informação falsa, temos que lidar com esse problema também por isso que nesse cenário seria melhor remover a informação.

Por isso acho que o layout deveria deixar claro que se trata de uma potencial notícia falsa ou parcialmente incorreta. E apontar a fonte confiável em destaque.

Assim por mais que ela não leia a matéria, tem uma sinalização. O que talvez até a instigue a se aprofundar. E só se combate desinformação com informação e para isso, é preciso ter os dois lados da moeda. Quem sabe assim o brasileiro adquira senso crítico a cerca do que lê e compartilha.

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Vocês tem razão sim quanto a isso, concordo. Mas ainda defendo que dependendo do tipo de informação e mal que ela causa e por quem foi postada, tanto essa de utilidade publica, quanto calunia e difamação que causam estrago irreversível na imagem de pessoas tem sim que ser removida.

Só para complementar meu ponto de vista, não adianta colocar um flag de que era mentira depois que pessoas foram prejudicadas ou até morreram, não vai reparar o dano. Lembra do caso da dona de casa espaçada por populares no Litoral de SP? Dano irreversível.

Para esse tipo de caso já existe mecanismos legais. Então fica a cargo da justiça dar a sentença. Se vai ser pedido a exclusão do conteúdo na íntegra ou será ordenado que seja feita retratação em mesma proporção da difamação.

Mas e se a pessoa é atacada e morrer? Quem vai ressuscitar ela?

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/05/mulher-espancada-apos-boatos-em-rede-social-morre-em-guaruja-sp.html

Infelizmente para chegar nesse nível de brutalidade esse indivíduo já deve ter demostrado sinais claros de desrespeito as leis. E não me surpreenderia que em casos como esse, os agressores são reincidentes ou possuem passagem criminal.

Só fica claro a ineficácia do estado ao combate e enfrentamento de agentes maliciosos. Que veem a transgressão de leis como algo banal e muitas vezes, reforçados pelo sentimento de impunidade.

Ah sim com certeza, mas essa é a realidade de muita gente aqui infelizmente. Quando me refiro a dano irreversível há muitos outros como, depressão, perda de autoetima, vida social, dano material. Isso que me preocupa e que pode ser evitado. É uma linha entre a preservação e censura, complicado, mas por hora necessario.

Não entendi quase nada, por um momento achei que você concordou comigo kk
Mas blz.

Eu entendo todos os seus argumentos e preocupações. Mas a liberdade é essencial ao avanço individual de cada um de nós. Falsa ou verdadeira, não podemos deixar que o Estado ou uma Empresa controle isso.

Quando digo liberdade, digo não apenas como direito de quem propaga algo falso, mas também do direito do acesso à informação, falsa ou verdadeira.

Só assim cresceremos como pessoas e teremos nosso próprio julgamento, sem querer entrar no contexto filosófico da definição de verdade.

A internet não controla inúmeras coisas, veja conteúdo conteúdo considerado impróprio para crianças por diversos sites. O controle, nesses casos, viria idealmente dos pais.

Eu comecei a discussão lá atrás com um único objetivo, mostrar o que penso acerca do uso da linguagem na transmissão de uma ideia ou notícia, a seletividade dos termos utilizados pela matéria.

Sugiro um estudo não ideológico acerca da filosofia da linguagem e um olhar crítico, sem pretensões, para tudo que está aí, fake news ou não. A linguagem é talvez a principal ferramenta de qualquer engenharia social.