Facebook, Twitter e YouTube tentam conter vídeo sobre cloroquina compartilhado por Trump

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Vídeo sobre o uso da cloroquina foi compartilhado por Donald Trump na segunda-feira. Publicação no Twitter foi removida

Belo efeito Streisand.

Isso é extremamente grave! Como muitos vão chamar isso de “censura” quando um vídeo induz pessoas a se auto medicarem e não usar máscaras? Está mais que certo remover!

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Cara, sensacional sua colocação, ponderada e, como bem disse, é o médico que vai dizer se o paciente vai usar a cloroquina e outros remédios que estão tendo sua eficácia testada, na dose correta, de acordo com o organismo do paciente.
Mais uma vez, parabéns pelo texto.

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Nao tem mais texto, foi removido sinalizado como spam
Quando nao concordam com algo que acreditam, denunciam e a moderacao embarca nessa

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Eu não sei o que estava escrito no comentário apagado, mas até onde eu saiba, a cloroquina é usado como uma das últimas opções de tratamento, quando os outros tratamentos não funcionaram e as opções estão acabando.

E eu imagino que vá continuar assim ou até mesmo vão retirar o medicamento da lista de opções de tratamento, já que saíram mais pesquisas concluindo que ele não mostrou nenhum efeito benéfico no tratamento.
Então o problema do vídeo em sí, supondo que o que está escrito no texto está correto, é que a afirmação de que “estudos mostram que a cloroquina é eficaz no combate à COVID-19” está errada.

É notória a seletividade para a censura que advém das redes. E a tendência seguida também na seletividade das notícias ou na forma que a informação é transmitida.

Acredito que a manchete poderia ser: “Facebook, Twitter e YouTube censuram…” pois o significado do verbo estaria bem colocado conforme a definição da palavra. Uma simples vasculhada no Aurélio, Michaelis ou Houaiss ajudaria.

Percebam o poder da linguagem na tentativa de amenizar uma coisa e denegrir outra:

  • “tentam conter” quando falam do vídeo.
  • “o site de extrema-direita”.

Vivemos uma distopia da linguagem. Vivemos, será que vemos?

A internet e o choro sempre serão livres.

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Exato! Distorção absurda pra corroborar com essa narrativa de “apenas uma linha de pensamento permitida” que tanta gente ainda vai atrás, mas cada vez perde mais força. Censura descarada.

O tal estudo que “condenou” a cloroquina coincidentemente parece não ter utilizado o protocolo de usar o medicamento quando logo que aparecem os primeiros sintomas ou suspeita.

Um medicamento usado há quase um século e nunca houve questionamento quanto aos efeitos colaterais, era barato e fácil de comprar.

E sobre as máscaras, elas não são nenhum artefato mágico de RPG que vai imunizar as pessoas. Particularmente, nunca tinha vista tanta gente passar frequentemente as mãos no rosto como agora, pra ajustar esses trecos. Sem contar todos os trabalhadores que acabaram obrigados a usar a mesma máscara durante todo o expediente, acumulando Deus sabe o que no tecido.

Esses “guardiões da verdade” estão adoecendo pessoas com essa desculpa esfarrapada de “proteger”.

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Hydroxychloroquine in Nonhospitalized Adults With Early COVID-19

Hydroxychloroquine for Early Treatment of Adults with Mild Covid-19: A Randomized-Controlled Trial

Ambas as pesquisas foram com pacientes nos estágios iniciais da doença (o primeiro com pacientes com 1 dia de sintomas e o segundo com pacientes com até 5 dias de sintomas).

Nunca questionaram os efeitos colaterais da cloroquina/hidroxicloroquina porque todos sabem desses efeitos. A Cloroquina foi descoberta em 1934, de lá pra cá, muitos estudos foram feitos sobre os efeitos adversos do medicamento então já se sabe bastante sobre isso, não tem muito mais o que questionar.

O que é questionado no momento é sobre a eficácia do medicamento no tratamento de uma nova efermidade e se os efeitos colaterais que esse medicamento pode causar compensa os efeitos benéficos desse medicamento no tratamento em questão. E a resposta parece estar se confirmando, a cada novo estudo, que não, os efeitos colaterais que o medicamento podem causar não compensam os efeitos benéficos que esse medicamento tem no tratamento da efermidade em questão porque, surpresa, o medicamento não é eficiente pra esse fim.

É que nem você ficar revoltado que os médicos não estão usando quimioterapia pra tratar apendicite. Quimio não é eficaz contra apendicite e passar pelos efeitos colaterias de uma quimio óbviamente não compensa pra tratar apendicite. Compensa pra tratar cancer, mas não apendicite.

Da mesma forma, compensa você correr os riscos dos efeitos colaterais da cloroquina se você estiver tomando pra tatar malária, cuja eficácia é comprovada, mas não COVID-19, cuja eficácia, a cada dia, é cada vez mais desmentida.

Quem disse que máscara serve pra imunizar as pessoas?
As máscaras são recomendadas para você evitar espalhar o vírus em demasia caso você esteja infectado sem saber. E serve como uma barreira física extra contra o vírus pra dificultar a inalação.
Elas servem mais como uma precaução extra do que como uma barreira protetora 100% eficaz.

É que nem cinto de segurança. Você pode muito bem morrer em uma batida de carro mesmo se estiver usando cinto de segurança, mas usar o cinto aumentam as suas chances de sobrevivência.

Na verdade, a máscara deve ser usada pra proteger você dos outros e proteger os outros de você, então acho que é mais análogo o seguinte cenário:
Você pode muito bem dirigir embriagado e não sofrer ou causar acidentes, mas dirigir sóbrio é muito mais seguro pra você e pros outros.

E sério, você foram atrás pra ver o que raios a “médica” que aparece nesse vídeo defende?

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Mais que certo restringir esse conteúdo. Liberdade de expressão não pode ser usada como base para espalhar desinformação.

Deixar esse anuncio circular é a mesma coisa que deixar algo como “Fumem, faz bem a saúde”! Câncer em massa daqui 20anos.

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É censura sim!!

E dai que o sujeito quer se auto-medicar? Problema dele, que mania brasileiro tem em achar que o estado deve ficar decidindo as coisas pela população, depois ainda reclamam de bizarrices legislativas que vemos por ai. Se o cara é burro o suficiente para deixar se influenciar por um video na internet e usar algo sem comprovação, de novo, problema dele.

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O problema dessa postura é que ela considera que o indivíduo que vive numa sociedade é uma bolha isolada cujas ações afetam somente essa bolha, o que não é o caso.
Se o sujeito quer se auto-medicar e passar mal, ele vai ser socorrido pelo sistema de saúde.
Seja público, seja privado, a não ser que o indivíduo pague por conta, é uma parcela da população que estará pagando a conta (se for público, é o SUS, no caso do Brasil, se for privado via seguro saúde, é o grupo de segurados que está pagando, incluindo o próprio indivíduo).
E esse socorro vai utilizar recursos do sistema de saúde para tratar um caso que tem potencial de ser facilmente evitado. Recursos esses que poderiam ser utilizados para casos mais difíceis de serem evitados (acidentes, doentes crônicos, etc).
O sujeito tendo de ser socorrido vai ficar fora do mercado de trabalho por um tempo indeterminado. Se ele é empregado, o empregador fica na mão, causando transtornos e prejuízos e queda de produtividade. Se ele é dono, os empregados podem ficar numa situação complicada, ainda mais se o negócio dele não tiver um plano de contingência.
Se o indivíduo vier a morrer, a mesma coisa, além do transtorno psicológico às pessoas próximas dele.
Agora multiplica esse um indivíduo por milhares e você vai ver o estrago que vários “caras burros o suficiente para deixar serem influenciados por um vídeo na internet” pode causar na sociedade.

E isso é só no caso do sujeito se auto-medicar.
Imagina agora se é o caso do sujeito que não se preocupa com uma doença contagiosa e age de uma forma que propaga ainda mais a doença.

Eu imagino que assim fica mais fácil de ver o porquê de a sociedade ter essas atitudes de “auto-controle” no sentido de evitar que os seus membros ajam de certas maneiras.

Eu concordo que se o sujeito fosse uma bolha isolada e suas atitudes afetassem somente a si mesmo, dar liberdade total não seria um problema. Se ele quer se suicidar, que o faça em um local longe, que não atrapalhe a vida dos outros e que não cause transtorno aos demais. Não vá se suicidar pulando na frente do trem em plena hora do rush, atrasando o trem, fazendo um monte de gente perder hora e possivelmente afetando psicológicamente algumas dessas pessoas por terem sido forçadas a assistir alguém se matando.

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Chama-se Fake News! O ato de disseminar mentira, deve ser punido.

Ou seja, o problema esta nas diretrizes do SUS e planos privados por não prever ressarcimento caso o indivíduo aja de maneira irresponsável, na verdade acredito que o SUS ja tenha isso mas não é aplicado.
Alem disso, se usa como base a suposição que o indivíduo que se auto-medica também não usa mascara, o contrario também acontece?

Neste cenário a demissão não é justa causa? Agora se for o dono, oras, pede as contas, jamais ficaria trabalhando em um lugar que não há respeito com os funcionários.

Novamente problema do indivíduo, ao se auto-medicar com algo desconhecido o individuo aceita as consequenciais.

Funciona igual tapar o sol com uma peneira.
5 minutos na janela de casa aqui vejo um ou outro andando sem mascara, mesmo com todas as leis e fechamento de estabelecimentos as pessoas sempre arrumam um lugar pra ir ou fazer, isso falando em Brasil, não posso falar por paises que desconheço a realidade (TV não é a realidade).
Novamente, censura já resolveu algo antes? Não é hoje que vai resolver, uma sociedade educada é o que resolve este tipo de problema, decisões unilaterais expandem o problema, ja vimos este tipo de filme antes.

Lembrando que estou falando sempre de auto-medicação, não do uso de mascaras.

Mesmo que se tivesse e aplicasse uma diretriz como essa, parte das consequências ainda aconteceriam (recursos sendo utilizados em um caso potencialmente evitável), o que mitiga é apenas quem paga a conta desse tratamento em si.

Não sei de onde saiu essa suposição, mas não vejo motivos para supor que quem usa máscara não se auto-medique em algum grau.

Demissão por justa causa só reduz em partes as perdas pro empregador.
Ele ainda vai ter que encontrar e treinar um novo empregado e esse processo tem custos. Fora que, durante esse processo, a produtividade da empresa é afetada.
No caso dele ser dono, você parte do pressuposto que o indivíduo que quer se auto-medicar não respeita os funcionários E que esses funcionários possuem a possibilidade de simplesmente sair do emprego a qualquer momento.
Absolutamente nada impende que o dono seja respeitoso, mas haja de maneira prejudicial para si e não é impossível que os empregados não tenham possibilidade de sair do emprego e procurar outro por diversos motivos (economia em recessão, mercado super saturado, falta de qualificação ou experiência pra conseguir outro emprego, etc).

Novamente, o problema não é o indivíduo aceitar as consequências, são os outros serem forçadas a aceitas as consequências também.
Se alguém próximo a você se suicida, você também vai ser afetado pelas consequências do ato dessa pessoa e a única culpa que você tem é de ser próximo à essa pessoa.

O que, querendo ou não, é melhor do que não tapar o sol, já que a peneira vai fazer alguma sombra.

Eu acredito que algum nível de censura pode sim ser benéfico para a sociedade como um todo. A dificuldade, claro, é definir esse nível e os detalhes da censura.
Por exemplo, não vejo motivos para não censurar algo que tenha considerável potencial de prejudicar a sociedade. O problema é definir o que é “considerável potencial” e “prejudicar”. Dificilmente será possível chegar numa definição que agrade a todos.

E você faz isso enquanto a sociedade não é educada. Porque educar a população não é algo que se faz do dia pra noite e não é algo que gera resultados do dia para a noite. Enquanto se espera esse processo concluir e gerar frutos, a sociedade se utiliza de outros meios para se preservar (ou, você usa a peneira pra tapar o sol enquanto constrói um telhado).

nunca houve questionamento quanto aos efeitos colaterais

é sacanagem, né? tá mais que documentado todos os efeitos colaterais, inclusive os problemas cardíacos que o uso da cloroquina pode causar. o uso do remédio para malária só é recomendado pq a doença é muito pior que os possíveis efeitos colaterais, pq eles são remediáveis e pq a eficácia está COMPROVADA. o que é FALSO quando se trata de COVID-19.

sobre as máscaras, elas não são nenhum artefato mágico de RPG que vai imunizar as pessoas

isso merece resposta? acredito que não.

Esses “guardiões da verdade” estão adoecendo pessoas com essa desculpa esfarrapada de “proteger”.

sim, os epidemiologistas e pesquisadores é que estão adoecendo as pessoas, não é a falta de informação e a disseminação de mentiras não. parabéns.

Amigo, a minha análise veio apenas de uma coisa, a seletividade do uso da linguagem.

Aqui não estou defendendo médica ou cloroquina.

Quanto as máscaras queria estudos claros comprovando a eficácia dos milhares de milhões que circulam por aí, cada uma com seu tecido e também gostaria de análise de desfecho claro.

Detalhe, a máscara não é pra proteger você, quem sabe diminuir a propagação do vírus protegendo o próximo de suas secreções. E quem me garante não ser a máscara fômite para inúmeras outras doenças contagiosas?

E apenas para deixar bem claro, é sobre liberdade que eu estou falando.

Não me parece um anúncio pois não estão vendendo nada. E olha que existem muitos anúncios de baixa qualidade por aí (Google, Facebook e Xvideos tem aos montes).

Não é sobre defender cloroquina, é sobre defender liberdade.

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