Comando de voz é o futuro ou apenas preguiça?

Ok, você precisa investir em Gadgets que receberam a informação, usando o comando de voz, você terá atalhos em seus afazeres, mas eles não são I.A, eles apenas fazem aquilo que estão programados. Eu tenho uma TV Samsung, e consigo fazer ela ligar, dizendo isso para meu telefone, mas isso é o futuro? Eu não posso me desgrudar do controle! Pois preciso selecionar o que irá acontecer depois disso. Não tem como, eu do banheiro da ordem para minha TV acessar X streaming e dar play na série X, e chegar na sala de ir direto para o sofá. A coisa não é futurista. Ela é engessada a ponto de ser preguiçosa. Estamos evoluindo?

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Não sei se preguiçosa, mas eu odeio qualquer comando por voz.

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Somente com IA bem mais evoluída do q hoje.
Hoje, pra mim, é uma palhaçada esses assistentes de voz. Mais pra ficar brincando do que pra qualquer coisa.
Ok, alguns funcionam adequadamente, como a Alexa, mas é só sair do script q ela entenda e passa a não funcionar.

EU faço um comparativo com a tecnologia do bluetooth, q não servia pra nada antigamente. Hoje, com fones mais baratos, rádio de carro, etc, o uso do bluetooth é muito mais natural e óbvio (às vezes nem tanto, qd um idoso tem problema de pareamento).

Os assistentes de voz têm muito que evoluir ainda.

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Assistentes pessoais até acho q funcionam razoavelmente bem, não são uma maravilha, mas fazem o que eu peço boa parte das vezes.

Agora, se for as de carro q nem as montadoras anunciam, esquece. Não vi nenhuma q funcione direito, deviam parar de tentar forçar.

Sair do script pra Alexa: dizer brancA ao invés de brancO. Chega a ser piada.

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Experimenta usar algum palavreado regional com a Alexa. Ela não vai entender o comando.
Ou seja, a IA ainda tem muito a evoluir…

Percebo isso muito com a Alexa, não me parece que ela está aprendendo, parece que existe uma quantidade muito grande comandos que ela segue, mas se por ventura você sair de um deles “desculpa, eu não sei nada sobre isso”. Outro caso é falar “TV e Televisão são a mesma coisa” e ainda assim ela não compreender. Na parte de controlar aparelhos eu não sei a deficiência é da assistente em si ou das skills mal feitas.
Tenho uma TV com Alexa built in que pra fazer mais do que ligar/desligar tem que ter duas versões do mesmo aparelho (não sei como) adicionadas no app da Alexa, mas ainda assim o funcionamento é inconsistente, pelo comando de voz direto na TV consigo controlar volume, mas se eu pedir pra Echo especificando o aparelho, ela fala que não é possível.

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Me sinto meio idiota, ao usar comandos de voz.

Salvo em raras exceções, como ativar ligações em determinadas situações.

Não é a minha praia.

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Depende. Pra algumas coisas básicas acaba sendo bem prático (principalmente quando se tem algum alto-falante inteligente em casa), tipo configurar alarme, reproduzir música, pedir pra apagar/acender as luzes. Toda vez que eu deito na cama e peço para a Siri desligar todas as luzes de casa, fica aquela sensação de “o futuro chegou” hahaha.

Já essa coisa de pedir pra fazer ligação ou mandar mensagem por comando de voz eu não curto muito.

Sobre essa situação específica, aí depende da plataforma. Com a Siri e a Apple TV dá pra fazer exatamente isso que você disse. Eu posso falar “Reproduzir o último episódio da série X” e ela já abre o app no episódio certo. Mas ainda falta muito mesmo pra que a conversa com as assistentes seja mais natural.

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Eu tenho muitas ressalvas às reais utilidades dessas assistentes de voz. Tenho a Alexa integrada no FireStick TV, tenho a Google Assistente no android, a Siri no iPhone, e ainda sim uso pouquíssimas vezes. A mais utilizada é a Alexa pela conveniência de falar ao invés de usar o teclado; mas ainda sim deixa muito a desejar para o básico como uma busca por voz dentro de apps como youtube ou navegador.
Eu sinto que estão sempre buscando novas soluções, tentando sempre colocar mais comandos; mas ainda não é como se estivéssemos conversando com um ser de outro mundo com inteligência suprema kkkk é mais como um brinquedo. As vezes penso até que a solução do simisimi era mais esperta que algumas assistentes como a da samsung.
Mas acho que um dia teremos sim uma inteligência tão boa que vamos todos ter com naturalidade em todas as casas, assim como uma TV na sala ou um microondas, e essa inteligência irá conversar com tudo e realmente ter noções de machine learning avançadas o suficiente pra não termos a necessidade de criar nenhuma automação por aplicativo, basta ensinar explicando e observando no cotidiano.

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Também precisamos elucidar aqui essa indignação coletiva por empresas que tentam forçar assistentes.
Não só em carros, mas também em bancos.
Vendem isso como se fosse um item X essencial mas não tem quase nenhuma usabilidade.
Gente, esses dias eu fui tentar falar com uma assistente do banco vermelhinho, foi bem ruim. É exatamente a mesma coisa de falar com um bot de chat, só que mais difícil! Na minha opinião, era mais fácil ter gasto o dinheiro com melhorias em um bot de chat mesmo!

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Aqui em casa, só dá pra desligar kkkkkkk
E eu não vou comprar o controle mais caro, mas uma dica se realmente vc quer mudar o volume seria comprar o controle caro…

Controle Remoto por Voz com Alexa (inclui comandos de TV) Novo Controle Remoto por Voz com Alexa (inclui comandos de TV)

Não não, é uma Samsung com Alexa, não tô falando de FireStick. Antes eu conseguia aumentar o volume pela Echo Dot, agora não dá mais, vai entender.

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Quando tá dirigindo é interessante e ajuda bastante. De resto é frescura.

A tim mudou pra uma ““IA”” também e ficou um inferno. Preferia 10x q fosse eu digitando os números pra dar o comando no q ter que ficar num programa do SBT: SIIIIIIM, NÃÃÃÃÃO. To esperando ter trocado meu PS5 por uma bolinha de cachorro.

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Eu tenho a impressão que a qualidade do reconhecimento de voz PIOROU nos últimos anos.

Será que andaram treinando os modelos de IA com um telefone de latinha?

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Isso é irritante! Tem banco assim também. Eu desisti do atendimento uma vez por isso e mandei um consumidor.gov pra resolver…a ideia é boa, mas mal implementada ainda.

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Eu vejo 3 problemas distintos.

  1. é o reconhecimento de voz em si, que muitas vezes falha e nao consegue traduzir o que foi falado em “texto”, tu fala B e o assistente entende D

  2. Aqui imaginando que o reconhecimento de voz não tenha falhado, entra o problema da flexibilidade, os comandos são muito rígidos, um artigo diferente e ja não funciona.

Por exemplo, para trancar uma porta aqui em casa eu cadastrei na assistente do google “trancar porta” e também “trancar a porta”, pq ele não tem flexibilidade para entender sozinho esses 2 comandos e eu as vezes acabo usando um ou outro.

  1. Falta de contexto e interação. Por exemplo, ao mandar ligar a TV ele poderia em seguida já perguntar o que quer assistir, e ao tu falar Netflix ele poderia pergunta o que na Netflix, na forma de uma conversa fluída, em vez de ter de dar um longo comando (e rezar que não falhe nos itens 1 e 2), isso tornaria o uso muito mais natural.

Sobre o contexto, aqui ainda falta um pouco de hardware para melhorar o rastreamento nosso dentro de casa, mas por exmplo, se estou no quarto e quero apagar a luz, o assistente tem de entender que se não especifiquei qual a luz, ele deve assumir que é a da peça que estou (se estiver acesa), ou caso não esteja pergunte qual a luz que quero apagar.

Acho que um dia chegaremos lá, já vi alguns projetos onde as pessoas conseguiram criar varias regras de automação bem praticas, mas nada comercial, tudo depende ainda de softwares complexos e hardware como o raspberry e arduino.
Aqui acho que o bluetooth BLE vai brilhar ao nos rastrear pela casa baseado no celular e nos smartwatch, infelizmente não vejo a Amazon aproveitando o bluetooth para rastreamento de quem está por perto nos Echo.

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Mas uma AI também só faz aquilo que foi programada pra fazer, com base no que foi modelado.

Você citou comando de voz, e nisso eu vejo dois cenários; aqueles com base em shortcuts criados e interação por voz com a assistente. Do ponto de vista do shortcuts, são inteiramente baseados em você ser proativo e do quão bom você é em criá-los e integra-los na sua rotina. Já invocar a assistente, recai sobre quão boa foi sua programação prévia, desses shortcuts embutidos. Porque hoje nenhuma tem capacidade de reter informações e interagir de forma proativa, interconectando os devices e eliminado a fricção de precisar invoca-lá. Pra mim esse é o futuro, a assistente virtual ser completamente on device e aprender com a rotina do dono e armazenar esse histórico, pra então ter material pra começar a ser proativa e se tornar cada vez mais invisível.

Eu acho improdutivo ter que ter o trabalho de adestrar a assistente na base de shortcuts e ativamente ter que ficar invocando pra tudo. Diria que isso me dá preguiça, sendo que isso era pra ser algo cômodo, e aí sim “preguiçoso”.

Incrível ver que a segmentação de conteudos nas redes sociais baseado nos teu gostos eles conseguem fazer, mas as assistentes de voz interpretar a tua rotina não conseguem.

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A Alexa tem o modo Continuidade em En-Us, que é basicamente começar a ouvir novamente logo após você dar um comando, mas ela também não entende contexto, então né. Um tempo atrás o Bing tinha começado a fazer pesquisa contextual, se você pesquisasse algo relacionado sem mencionar ele já entendia, ou seja, é possível ser feito, mas aí depende da boa vontade.

Morro de preguiça de falar “Alexa” várias vezes até conseguir finalizar uma ação que poderia ser interpretada e executada com “e” entre as ações. Prefiro pegar o controle e ir apertando botão mesmo.

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