Adeus, câmeras profissionais

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Entenda como os celulares com duas, três e quatro lentes afetam a indústria de câmeras profissionais

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Sob meu ponto de vista: câmeras profissionais ainda terão demanda, principalmente para filmes, outras produções audiovisuais gigantescas e TVs – a taxa de transmissão de dados e estabilização são bem melhores aos smartphones!!

Uso privado, redes sociais etc os aparelhos celulares estão de bom tamanho! Ah, sim sobre MI 10 Ultra: suporta 8K 30 FPS câmera traseira, zoom híbrido 120x, carregamento 120W(sem fio 50W) e tela 120Hz, por exemplo!

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Mas acho que um ponto é: ok, sempre vai ter demanda, mas uma demanda que só diminui pode levar a não ser sustentável você ter o desenvolvimento e a produção dos equipamentos dedicados a fotografia. E aí acaba que o mercado morre por falta de demanda, o que inviabiliza a oferta.

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it’s just a marketing gimmick. Os 120w são só nos primeiros 5 minutos.

Uma breve explicação de como baterias funcionam

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Falando de audiovisual profissional, sempre foi um mercado restrito e o que acaba acontecendo é o preço dos equipamentos serem exorbitantes. Lentes e câmeras de cinema ficam na casa de dezenas de milhares de dólares, porque deve ter uma escala mínima e só justifica por esses preços. Para TV ao vivo então, chega a centenas de milhares: https://www.youtube.com/watch?v=RkTaMyatsTo

Para produções menores, tipo vídeos de YouTube e afins, as câmeras híbridas continuam sendo muito superiores a smartphones. Um dia teremos as mágicas de fotografia computacional em vídeo, mas é ordens de grandeza mais complexo fazer os bokehs fakes (que na real, continuam ruins mesmo em fotos) e HDR nos vídeos.

Mas acho que o mercado intermediário vai sumir mesmo, as sem lentes intercambiáveis já sumiram. Sensores menores estão perdendo sentido, Olympus acabou de vender seu negócio de câmeras que era basedo em MFT. Será complicado pegar algo menos de $1000 por exemplo. E vídeo será mais chamariz que fotos.

Para fotos, acho que já é muito parecido com o cenário notebook/desktop. Cada vez menos pessoas irão usar desktops, mas em última instância sempre podem ser mais rápidos. Quem quer o máximo do máximo, uma lente/sensores gigantes sempre serão úteis…até porque dá para fazer pós-processamento.

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Esse vídeo abaixo foi gravado com um Galaxy S3 em 2012.

De lá pra cá as câmeras de celular evoluíram muito, mesmo assim, esse vídeo já tinha uma ótima qualidade. É claro que passou por pós produção, mas a qualidade já era muito boa.

Não entendo esse fetiche de querer enfiar tudo no rastreador bolinha de ansiedade/estresse celular.

Qual o problema de ter dispositivos independentes em vez de ter tudo no mesmo lugar?

As pessoas preferem carregar um único dispositivo que faça um monte de coisa, mesmo que com resultado mais ou menos, do que carregar um monte de coisa onde cada um faz muito bem uma única (ou poucas) coisa.

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“Adeus, câmeras profissionais” Ah vá :rofl:, fala aí tbm adeus desktops tbm

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quanto maior a resolução, quanto maior o número de megapixels, melhor a qualidade da sua foto, mais você vai poder ampliar a sua foto.

Opinião de um vendedor da Tekpix? Lamentável ler isso.

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Smartphone vai fazer mais uma vitima.

CD’s, walkman, foram substituídos por aplicativos de musica.
Vinil ressurgiu e virou produto de nicho.

DVD, blu-ray quase extintos.
Serviços de streaming sendo consumidos cada vez mais em celulares do que em TV’s.

Câmeras semiprofissionais quase não existem mais no mercado.
smartphone com 3 4 câmeras com IA, facilitando a produção de conteúdo nas mídias sociais.

Bom, eu tenho uma câmera DSLR de entrada (Canon T4i) e um smartphone com uma câmera até que boa ainda no meu Galaxy S8.

Por experiência, acredito que ainda vai demorar um tanto até um smartphone conseguir substituir uma câmera profissional no básico que ela se propõe a fazer: que é uma fotografia com real qualidade, profundidade de campo com capacidade de aberturas maiores (o fundinho embaçado que todo mundo acha bonito) e todo o poder e versatilidade das lentes, que é o que realmente impede esse domínio dos smartphones em cima da fotografia.

Hoje nós encontramos celulares com câmeras dedicas a zoom, o que até certo ponto é interessante, porque tenta imitar o que uma lente zoom faz; ou uma lente fixa de 35mm ou mais. Mas são os smartphones mais caros do mercado, como flasgships da Samsung e da Apple.


Foto com diferentes lentes de uma câmera profissional e sua distorção

Ainda assim, esses celulares tem um modo especial de retrato onde tenta simular um efeito bokeh ou de profundidade de campo via software e algumas vezes fica bem esquisito. Como o recorte desta foto aqui tirada em um iPhone 11 Pro e postada nessa matéria da MacMagazine. Aproximem a foto próximo à cabeça do rapaz e verão o recorte artificial. Isso não acontece com uma lente de câmera profissional porque não tem esse pós processamento que altera a foto.

As câmeras DSLR tem também um sensor maior, que produz fotos melhores, com mais detalhes e maior qualidade que um celular. Afinal, quantidade de megapixel não quer dizer nada.
Claro que a tendência da tecnologia é fazer sensores cada vez menores para termos equipamentos mais portáteis. Porém ainda acho difícil em poucos anos termos smartphones com sensores tão bons quanto uma DSLR e que possam ter lentes tão versáteis quanto.
É um tanto complicado, por exemplo, um celular que consiga, com a mesma lente, tirar uma foto macro e uma foto zoom de 200mm.

Para o uso pessoal, essa evolução dos smartphones está excelente. Mas para profissional ainda precisa melhorar muito.
Quem quiser entender um pouquinho melhor sobre essa coisa toda das lentes, tem um link do Tecnoblog mesmo que fala sobre a abertura, e um outro site que gosto bastante que explica sobre as lentes e tudo mais.

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Nem está tão errado conceitualmente, só que não adianta colocar um monte de pixels em um sensor de smartphone, só será útil em cenários de muita luz. Mas é bem simplista mesmo, do jeito que está escrito.

Aliás, para ser sincero, achei bem superficial o texto já que falou basicamente de usuário comum e no título está câmeras profissionais. Dois fabricantes de smartphones e nenhum de câmeras, não foi comentado nada dos últimos grandes eventos do mercado de câmeras como a venda da Olympus e os grandes lançamentos dos últimos meses (Canon R5/R6, Sony A7SIII, Fuji XT4, Leica SL2, etc…). O mercado está mudando bastante para se adaptar, mesmo que sem sucesso, o mínimo era um comentário sobre mirrorless.

O filmmaker era o contraponto, mas com o título “Adeus, câmeras profissionais” precisava de uma visão mais ampla que um profissional e dois executivos falando de usuário comum/entusiasta que estão claramente vendendo os próprios produtos.

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Exato. E nem somente cenários de muita luz, a qualidade do vidro das lentes interfere, reflexos internos no “tubo” da lente, como esse monte de pixel será processado… Além também da difração que a luz sofre ao chegar em pontos tão minúsculos, trazendo menos definição fina em detrimento de um número maior de pixels.

Já que você levantou essa bandeira, também achei bem ruim. A começar de usar o termo “Câmeras profissionais”. A própria indústria não usa esse termo, pois quem é profissional é a pessoa que está usando, não o equipamento.
Ainda mais se estamos falando de equipamentos profissionais, não fizeram nenhum contraponto onde o smartphone não substitui de maneira alguma equipamentos avançados: o uso de lentes (conforme já falaram acima), o alcance dinâmico (que ainda não se compara), nitidez em “pixel pip” (de nada adianta 600 megapixels se vai parecer uma aquarela) e o uso de outros equipamentos, como flashes.

Em resumo, pra mim miraram em uma coisa e fizeram outra. O texto fala da “não adoção de câmeras avançadas por usuários comuns”, apenas.

É bem legal mesmo, agora as fotos jornalismo de esporte, como futebol, basquete entre outros, vai ser utilizado o iPhone 12, ao invés das super telefotos, as 600 mm da vida. Há, as fotografias selvagens também, e até mesmo chegar próximo de leões com celular de 4, 5, 6, 7 câmeras.

Talvez seja necessário mudar o título dessa matéria.

Quem entende de fotografia da risada desse tipo de pensamento, de que smartphones irão matar as cameras.

Uma das enormes falhas é a incapacidade dos smarts de controlar a profundidade de campo. Voce consegue ate simular via software, mas nunca chega no mesmo nivel de uma camera dedicada.

Outros exemplos incluem controle da luz, wraping, zoom… nada disso é possivel fazer com um celular, e o futuro não da indicio algum de que vai ser.

Ainda assim, cameras de celular são muito boas como cameras rapidas, em ambientes urbanos, ou ate mesmo para ajudarem os fotógrafos. São ferramentas e devem ser tratadas como tal

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Podemos resumir da seguinte forma: câmeras profissionais, são para profissionais e entusiastas de fotografia.

Smartphone, é para amadores. Então aí sim passou a substituir uma câmera profissional. A interface simples de um smartphone é bem menos assustadora que toda a bagagem técnica e curva de aprendizado pra usar uma câmera.

Uma DSLR, a peça fundamental é o fotógrafo. Já na fotografia mobile ou videografia. A peça fundamental é o smartphone e suas câmeras; software, hardware das lentes e sensores …

Certas profissões do futuro, como instagramers, o iPhone se tornou a sua ferramenta profissional. É muito menos painfull usar o smartphone que fotografar ou gravar com uma RED e editar no Mac, depois enviar para o iPhone e daí postar.

O smartphone já matou vários usos de câmeras profissionais, mas porque em grande parte esses nichos eram populados por amadores. Uma DSLR e câmeras cinematográficas, terão seus dias de glória por muito tempo, porque pertencem a outro nicho de usuários.

Então sim, o smartphone pode ser usado como câmera profissional, mas não significa que vai substituir ou aniquilar os nichos das câmeras DSLR ou cinematográficas. Cada perfil de usuário e circustância requereram um ferramental adequado. É perfeitamente possível ambas conviverem e irem se aprimorando.

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Eu diria que é adeus, point-and-shoot.

Por mais que uma P&S possa tirar fotos melhores, a versatilidade do smartphone pesa bem mais pro público que a P&S atrai(a).

Um smartphone jamais vai superar uma câmera profissional, quanto mais substitui-lo, a construção dos equipamentos e totalmente diferente, é o celular e muito fraco em de ser multitarefa, eu, pessoalmente nunca vi uma câmera traçar, já o celular…