A farra das fintechs está ameaçada?

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[23:35] Essa modernização do SFN se iniciou na gestão de Ilan Goldfajn, com a Agenda BC+.

Até os bancões estão oferecendo CDB com 100% do CDI. O Itaú tem com aplicação mínima de 1 real, inclusive.

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Legal o podcast, só gostaria de apontar que algumas informações estão equivocadas, dentre outras:
No caso do nubank, por exemplo, ele deu um lucro de 17 milhões de dólares no último bimestre. Ele não está mais naquela fase de dar só prejuízo.
Outra informação: Itaú, Santander e etc já “pagam” 100% do CDI para os seus CDBs com liquidez diária também é não apenas os 90% mencionados no podcast.

O Itaú, conforme citado, oferece o CDB de 100% do CDI, com liquidez diária e vencimento em 5 anos.
Sim, existem bancos menores que oferecem mais, mas o prazo de vencimento costuma ser menor. Isso faz diferença no resultado final, quando vc subtrai o IR dos rendimentos.
Hoje a coisa mudou um pouco - vc encontra também fundos razoáveis nos bancões, com taxas de administração relativamente pequenas e com rendimento final bem adequado ao risco.

Eu ainda invisto praticamente só em corretoras (XP e BTG). Mas tenho deixado alguns valores em bancão, para finalidades específicas.

Quanto às fintechs, uso basicamente o Inter PJ. O PF fica praticamente parado. Nubank também uso muito pouco, apesar de ter sido early adopter. Tenho tb as contas digitais do BTG e XP, mas só pra receber pix de outras contas e não ter custo com TED pra transferir pra conta investimento.

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Eu ainda mantenho minhas contas do Inter e do Nubank. Desde quando surgiu o Pix, as fintechs meio que perderam sentido. Mas eu ainda uso o TED gratuito delas porque as corretoras independentes ainda não aderiram ao Pix, ou seja, para mandar dinheiro para elas, só por TED mesmo. A hora que NuInvest, Clear e outras aceitarem receber Pix (se é que isso vai acontecer mesmo) aí eu não sei não… :thinking:

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Na verdade, com o PIX ganharam mais sentido ainda. Antes era obrigado a ter sempre um dinheiro em algum bancão porque era lá que estavam as contas das outras pessoas. Se precisasse sacar dinheiro ou transferir pra outra pessoa em um horário não bancário (onde o TED não funciona), estava numa enrascada se não tivesse sempre alguma coisa num Banco do Brasil da vida.

Desde o PIX, não preciso manter mais dinheiro em banco tradicional, já que não importa onde a conta de destino está, eu consigo transferir 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Depois do pix, eu basicamente tenho conta em fintechs por causa dos cartões de categoria superior e com cashback que tenho (Mastercard Black, Visa Infinite e Elo Grafite), em relação ao que conseguiria nos bancões e sem pagar anuidade deles.
No último ano, me surpreendi positivamente com o Rappibank, pois mesmo não sendo uma “conta de verdade” tenho um cartão que dá no mínimo 1% de volta nas compras que eu faço e nos últimos meses me deram uma agente especial de atendimento com e-mail e whatsapp direto dela pra caso eu precise resolver algum problema, serviço esse que, felizmente, não precisei usar.
Nos últimos meses encerrei as contas que tinha no C6, no PicPay, no RecargaPay e antes já tinha cancelado o cartão do Nubank porque não ofereciam mais nada de interessante pra mim.

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Pois é, essas reduções em benefícios das fintechs tem desanimado. Enquanto isso as cooperativas tem corrido por fora e aumentando benefícios. Eu uso Unicred, me atende perfeitamente com cartões e tag para pedágio, apenas na conta-corrente que fica devendo pagamento de tributos do Estado de SP.

Discordo muito de que ter agências físicas é uma vantagem dos bancões.

Esse tempos esqueci a minha senha da Caixa e perdi um dia inteiro pra recuperar, desde chegar praticamente de madrugada na agência, ter que pegar fila com um monte de aposentado que foi no banco apenas ver extrato ou coisas que se resolve pelo celular, até ser finalmente atendido por um gerente que resetou minha senha. E essa era a única forma de fazer isso, já que atendimento pelo Whatsapp não funciona.

Em 100% das vezes que tentei atendimento no Nubank via chat fui atendido de forma rápida e sem tomar meu tempo. Claro que no monte de infinitas opções, há aquelas que funcionam bem e outras nem tanto. Mas minhas experiências de atendimento nos bancos tradicionais sempre foram ruins.

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Tenho um relato parecido. No começo do ano passado troquei de celular, mas o sistema do Banco do Brasil surtou e bloqueou a senha de 8 dígitos (de internet banking) logo após logar no novo aparelho, me obrigando a ir no caixa automático pra mudar a senha. Desconfiado que sou, depois que voltei para o carro para ir embora, resolvi fazer uma transação só para confirmar e não deu outra, o infeliz do banco tinha bloqueado também a senha de 6 dígitos.

Lá se vou eu voltar e andar 3 quadras até a agência, chego lá quem disse que tinha a opção de desbloquear a senha de 6 dígitos? Tive que pegar senha e esperar quase meia hora pro atendente desbloquear minha senha, isso com a agência lotada no auge da pandemia. Nunca passei tanta raiva do bancão como nesse dia.

Enquanto isso, no Nubank e Inter, bastou fazer um reconhecimento facial para liberar o acesso no novo aparelho, sem burocracia alguma.

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