A cultura da Nintendo de jogos sem promoção — e o que os fãs acham disso

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Syozi também aproveitou para lembrar que, por mais que seja bacana ter jogos mais baratos, videogames sempre foram hobbies de luxo. Hoje em dia, existem formas mais acessíveis de jogar, como esperar promoções ou assinar serviços tipo o Xbox Game Pass. No caso da Nintendo, porém, não tem para onde correr, porque a empresa sempre vai colocar os japoneses em primeiro lugar

Ta aí uma coisa q falta o brasileiro médio entender. Galera ta presa na época do PS2 q o console era “barato” (só não chegava nos 4 dígitos, mas barato não era) e do X360 em q jogos eram baratos pq compravam pirata.

Lembro claramente que meu eu com 9 anos de idade queria um Gameboy Advanced e achava q era “só” 200 reais. Se fosse só isso, minha mãe teria comprado sem dúvida, mas ela já tinha pesquisado e viu que os jogos custavam 100 reais, ou seja, 50% do valor do console. Ali eu entendi que jogos não eram acessíveis e precisei diferenciar a realidade do PS2 e o resto da realidade.

A nintendo já não baixaria os preços pela política e imediatismo, como citado na matéria. Considerando a quantidade massiva das pessoas que compram, ela tem menos motivos ainda pra isso.

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Sinceramente, não adianta mesmo reclamar e nem se deve, a maioria dos usuários de Nintendo sabe das políticas da empresa (mesmo não estando explícitas), e eu só compro em lugares que concordo com a política da empresa(e qualquer outra pessoa também).

Logo, a única forma de fazer uma empresa do porte da Nintendo mudar de política é simplesmente parando de comprar, e não falo de boicote de Twitter não, É SIMPLESMENTE NÃO COMPRAR NADA QUE A NINTENDO LANÇE MESMO.

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E por isso vou emular o quanto puder (e meu PC velho de guerra permitir).

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Parabéns pela matéria. Eu não sabia disso. E que contraste cultural. Isso explica porque Arms, jogo simplório de início de geração custa o mesmo, ou quase, o preço de um Zelda atual.

Resumindo. No país onde a cultura de “improvisar” vem deste a época da reserva de mercado, a saída é emular.
Desconsidere se for rico ou influencer. A quem é, por favor, não seja igual um certo “”“influencer”"" que se acha a última bolacha do pacote pra “denunciar” no Twitter quem faz fangame da BigN.

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Quem é? Não é pra mim linchar o cara não, é só pra saber quem é mesmo.

BRKSEdu (a postagem deve ter 10 caracteres)

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Eu até queria jogar os jogos da nitendo, mas a nintendo não quer, não precisa e não se esforça para isso em vários sentidos, então eu tbm não faço questão.
Vez ou outra até jogo com ajuda da livraria do Paulo Coelho, mas tbm não é muito, então só seria jogar dinheiro fora.

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Da parte da Nintendo eu não vejo nada de errado, errada é essa política cambial de hoje, errado é o Brasil não ser um bom ambiente de negócios.

Em 2011 eu comprei no lançamento Gears of War 3 que foi alardeado como o primeiro game fabricado/prensado no Brasil pela MS e com preço equivalente ao americano: R$ 120,00 (e ainda veio um chaveiro de brinde). Mesmo assim não tinha um preço totalmente equivalente, o dólar custava em torno de R$ 1,65.

A Nintendo não faz nada de errado, quem faz é quem conduz o país.

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“No Japão, as pessoas convivem diariamente com a escassez. Por isso, há uma ânsia de comprar as coisas o mais rápido possível. Além disso, os japoneses valorizam muito itens limitados e colecionáveis.”

Não só pra jogos. As lojas de luxo aqui vivem com filas. Os japoneses fazem fila pra tudo, é impressionante.

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Enquanto eu tiver condições, vou continuar comprando jogos originais de Switch para o meu filho. Compro com gosto, principalmente os das franquias exclusivas da Nintendo, pois sei que valem a pena.

O investimento inicial é mais alto, mas devido à escassez de disponibilidade ele já está sendo educado a zerar o jogo n vezes, experimentá-lo de todas as formas possíveis, acumulando centenas de horas de gameplay, até de fato enjoar e resolver trocar.

Quando enjoa, levo-o em uma loja especializada aqui de Belo Horizonte que faz a troca. Deixamos o jogo velho e pegamos um outro, que pode ser usado ou novo, na maioria das vezes complementando algo em torno de 100,00 a 250,00 dependendo do título e da situação… E assim, seguimos.

Acredito, com isso, contribuir na formação de um adulto menos propenso à trocas muito frequentes. Minha geração (Atari, NES, SNES) foi criada na base de cartuchos caros, não existia a pirataria desenfreada do CD-ROM do PS1 em diante. Me recordo de gente que ia no camelô, comprava jogo de PS1 de “baciada”, colocava, jogava 1 minuto e já trocava “não gostei”. A vida, meus caros, não é assim. Precisa insistir nas coisas.

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Ótima matéria. Realmente tenho um Switch e um PS4 e a discrepância é enorme.

Fã de Nintendo tem que pagar um “pedágio ” pelos seus jogos, sempre foi assim mas a situação piorou muito com a subida do dólar.

Mesmo que eu adore a Big N desde a época do NES, vou pensar duas vezes em investir em um novo console.

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Entendo a ideia de manterem o preço fixo, mas o que explica ser o mais alto? Quando a MS ou Sony vende um jogo no lançamento por 300 e depois de um tempo vende por 100, está claro que o preço alvo é a média de 200. Se a Nintendo quer praticar um valor fixo, deveria ser essa média, ou seja, nem o preço de lançamento e nem o da promoção.

Assim como existe fanboy do PlayStation e Xbox, o mesmo acontece com a Nintendo. E veja bem, fui muito fã da empresa no passado. Passei boa parte da infância e adolescência com o SNES. Em algum momento nossos caminhos se separaram, creio que na época do PS2, principalmente pela temática dos jogos lançados.

Atualmente adoraria ter um console (creio que o Xbox series S seria a melhor opção para meu perfil) mas sou jogador de PC. Em geral com títulos com algum tempo de mercado pois meu hardware não é potente e também não me sinto confortável para gastar 300 reais em um jogo.

Entretanto tido é uma questão de oferta e demanda. As empresas tomam essas decisões baseadas em estudos e projeções de mercado onde o objetivo final é a maximização de seus lucros. Simplesmente é a forma que o mundo funciona.

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Foi o que expliquei na matéria: o padrão do preço será sempre baseado no mercado japonês.

Em conversão direta, os preços dos jogos em ienes ultrapassam os US$ 60, porque lá não existe tabela de preços. E mesmo assim os jogos esgotam como água. Essa ideia de que lançamento tem que custar US$ 60/R$ 300 e depois ficar mais barato ou entrar em promoção é criação do capitalismo ocidental.

Para os japoneses, o preço cobrado por lá cabe confortavelmente no bolso do cidadão médio. O poder de compra deles é muito diferente do nosso, assim como suas prioridades e a relação com o dinheiro. O problema é que, apesar deles não terem problema em comprar jogo a preço cheio, nós temos. Para nós, videogame é luxo. Para eles, faz parte do dia a dia. São realidades diferentes.

O meu conselho para nós, ocidentais, é aceitar que a Nintendo nunca vai olhar para a Sony ou MS como concorrentes diretas. A Nintendo faz o dela, porque sabe que quem é fã vai comprar. Quem quiser pegar jogos por R$ 200, R$ 100, etc, tem que ficar no PC/PlayStation/Xbox mesmo, e é isto.

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Eu tive cartucho falso de SNES ein, se tem uma coisa q existia e MUITO era pirataria de jogo nessa época. NES e Atari não sei dizer, mas te garanto q de SNES não faltava.
Inclusive já existiam custom roms de jogos, eu por exemplo tive essa:

Que na verdade, originalmente era isso aqui:

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Bacana. Como eu disse, não era desenfreada.

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eu tambem tive varios cartuchos piratas, o predileto do meu primo que jogava comigo era o CAMPEONATO BRASILEIRO 98…

A matéria só fez concordar com a Nintendo, querendo ou não, nesse ponto eles estão certo.
E para piorar, o mercado/moeda nossa também não ajuda.

Essa coisa nossa de ficar baixando preço toda hora, isso é uma coisa que eu vejo sem sentido

@ranma12 campeonato brasileiro de 98 era um clássico kkkkkk tinha também o campeonato brasileiro de 95

A matéria foi excelente e bem esclarecedora, pois me fez entender que de fato não sou perfil de consumidor para os produtos da Nintendo.

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